Pioneiro no Estado de São Paulo, curso de Inteligência Artificial da Unimar alia inovação, prática e conexão com o mercado

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Bacharelado proporciona experiências com projetos reais, empreendedorismo, pesquisa e aproximação com empresas desde os primeiros períodos da graduação
A Inteligência Artificial vem transformando profissões, modelos de negócios e a forma como a sociedade se relaciona com a tecnologia. Atenta a esse cenário e às novas demandas do mercado, a Universidade de Marília (Unimar) foi pioneira ao implantar o primeiro Bacharelado em Inteligência Artificial do Estado de São Paulo, desenvolvendo uma formação que alia conhecimento técnico, inovação, empreendedorismo e experiências práticas desde o início da graduação.
O curso foi estruturado para preparar profissionais capazes não apenas de utilizar as ferramentas disponíveis, mas também de compreender, desenvolver e aplicar novas soluções baseadas em Inteligência Artificial. Para isso, os acadêmicos têm contato com conteúdos como programação, ciência de dados, machine learning, deep learning, Inteligência Artificial generativa, visão computacional e processamento de linguagem natural, entre outras áreas fundamentais para a formação.
Um dos principais diferenciais está na metodologia adotada. Projetos reais, desafios apresentados por empresas, hackathons, desenvolvimento de soluções e metodologias ativas fazem parte da trajetória acadêmica, permitindo que os estudantes coloquem em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula.

Segundo o coordenador do Bacharelado em Inteligência Artificial, Prof. Dr. Caio Saraiva Coneglian, a proposta é aproximar o acadêmico dos desafios que encontrará profissionalmente desde os primeiros períodos. “Queremos que o aluno compreenda, desde o início da graduação, que ele não está aqui apenas para aprender sobre uma tecnologia que está transformando o mundo, mas para participar ativamente dessa transformação. Por isso, trabalhamos com projetos, dados e problemas reais. O estudante aprende fazendo, testando possibilidades, identificando erros, buscando novas soluções e desenvolvendo a capacidade de resolver problemas complexos”, explica.
A aproximação com o setor produtivo também ocupa papel importante na formação. O curso mantém relacionamento com empresas e organizações do ecossistema tecnológico, proporcionando aos estudantes contato com profissionais, demandas e desafios encontrados no mercado.
Entre as experiências desenvolvidas estão projetos em parceria com empresas, hackathons e atividades de empreendedorismo. Em uma das iniciativas realizadas com os acadêmicos, os estudantes tiveram o desafio de desenvolver, em apenas sete
dias, propostas de startups baseadas em Inteligência Artificial, trabalhando desde a identificação de uma necessidade até a construção da solução, apresentação do projeto e análise de sua viabilidade.
Ainda de acordo com Caio, essas experiências ajudam a desenvolver competências que vão além do conhecimento técnico. “A Inteligência Artificial avança em uma velocidade muito grande e, por isso, não podemos pensar em uma formação desconectada do mercado. Quando aproximamos empresas, startups e profissionais dos nossos estudantes, eles passam a compreender como aquilo que aprendem pode ser aplicado para solucionar problemas concretos. Além da formação técnica, queremos desenvolver criatividade, autonomia, capacidade de trabalhar em equipe e visão empreendedora”, destaca.
Os acadêmicos também contam com o Laboratório de Inteligência Artificial Aplicada (LIA²), espaço destinado ao desenvolvimento de pesquisas e projetos relacionados à área. O ambiente amplia as possibilidades de experimentação e permite que os estudantes tenham contato com pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico e criação de novas soluções.
Outro diferencial está na integração com o TecUnimar, Parque Tecnológico localizado dentro da própria Universidade. O ambiente reúne empresas, startups, projetos e iniciativas voltadas à inovação, criando oportunidades de interação entre comunidade acadêmica e setor produtivo.
Nesse ecossistema, ideias desenvolvidas durante a graduação podem ganhar novas etapas, passando pela construção de protótipos, mentorias, validação de soluções e aproximação com empresas. Dessa forma, teoria, pesquisa, inovação e empreendedorismo passam a fazer parte de um mesmo processo de formação.
Para a Pró-Reitora de Graduação da Unimar, Profa. Dra. Fernanda Mesquita Serva, a implantação do Bacharelado acompanha o compromisso institucional de antecipar transformações e preparar os acadêmicos para novas possibilidades profissionais. “A Inteligência Artificial já está modificando profissões, empresas e diferentes setores da sociedade. Ao criar uma graduação específica para essa área, a Unimar assumiu o compromisso de preparar profissionais não somente para acompanhar essas mudanças, mas também para participar delas. Nosso objetivo é proporcionar uma formação atual, conectada com o mercado e, principalmente, capaz de estimular o estudante a criar, pesquisar, empreender e desenvolver novas soluções”, ressalta.
Fernanda destaca ainda que inovação no Ensino Superior não está relacionada somente à utilização de novas ferramentas, mas também à forma como o estudante participa do processo de aprendizagem. “Entendemos que inovar também significa transformar a experiência acadêmica. Queremos que nossos estudantes tenham autonomia, sejam estimulados a investigar, questionar, trabalhar em equipe e encontrar respostas para desafios reais. O Bacharelado em Inteligência Artificial representa muito bem esse movimento porque integra tecnologia, pesquisa, empreendedorismo e mercado dentro da formação”, acrescenta.








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