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  • Foto do escritor J. POVO- MARÍLIA

Polícia localiza revólver e maconha em casa de prostituição, em Marília


A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Marília, cumpriu mandado de busca e apreensão nesta sexta-feira (28) em uma casa de prostituição e apreendeu no local um revólver Taurus calibre 32, duas máquinas de cartão e contratos de locação de quartos do imóvel. Também foi encontrada no local uma porção de maconha. O responsável pela casa não foi encontrado.

INVESTIGAÇÕES

No domingo passado (23), ação integrada da Polícia Civil e Polícia Militar, apurou uma briga de casal que resultou no fechamento de uma casa de prostituição que funcionava na Rua João Gonçalves Jaquier, Jardim Ohara, zona oeste de Marília.

Um casal, o homem de 32 anos e a mulher de 29 anos, apontados como gerentes do negócio estariam mantendo 6 casas de prostituição (quatro em Marília e duas em Assis). O homem foi acusado de violência domésticas e ameaça contra a esposa.

Segundo relatos no Boletim de Ocorrência, o casal brigou por ciúmes e questões patrimoniais envolvendo as casas de prostituição e a mulher estaria sofrendo ameaças de morte pelo marido.

Os relatos foram feitos por uma testemunha protegida, que relatou ainda que o casal locava cada um dos quatro quartos da residência por valores entre R$ 100 a R$ 150 por dia. Também afirmou que o homem usava uma arma de fogo para intimidar a esposa e proteger as "meninas".

Acrescentou que o acusado, para atingir a esposa, ameaçou as "meninas" dizendo que iria "estragá-las".

Duas mulheres, uma de 36 anos e outra de 26 anos também foram conduzidas ao Plantão Policial como testemunhas.

No local os policiais apreenderam um celular Iphone, preservativos novos e alguns usados jogados no lixo, pomadas e cremes gel e caderneta com anotações de programas sexuais.

O casal foco da ocorrência estava na casa e foi conduzido à CPJ. Ambos foram presos em flagrante por manter casa de prostituição (art. 229 do Código Penal) e o homem autuado ainda por violência doméstica.

Com os relatos de ameaças contra a esposa, que solicitou medidas protetivas de urgência contra ele, além de relatos de "meninas", a delegada plantonista, Renata Yumi Ono, converteu a prisão em flagrante do homem em prisão preventiva.







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