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  • Por Adilson de Lucca

Polícia resgata corpo de cachorrinha abusada e morta a marretadas. ONG pede prisão do acusado


Acionada por representantes da ONG Spaddes (Proteção Animal) de Marília, equipe da Polícia Civil localizou na noite deste domingo (2), em um barranco às margens da Rodovia do Contorno, na zona oeste da cidade, o corpo da cachorrinha de seis meses abusada sexualmente e morta a marretadas por um homem de 52 anos, na semana passada no Bairro Argolo Ferrão, próximo ao local do encontro.

Gabriel Fernando, diretor da ONG, disse ao JORNAL DO POVO que uma testemunha viu o acusado chegando no local carregando um saco plástico, o qual foi jogado no matagal. Após o mau cheiro pela decomposição e divulgação do crime de maus tratos, a testemunha relacionou o fatos.

O acusado disse a representantes da ONG, quando abordado sobre o ocorrido, que havia enterrado o corpo do animal no quintal da residência e depois desenterrado e jogado na caçamba de um caminhão.

O corpo da cachorrinha foi encaminhado para perícia pela Polícia Científica. "Visivelmente, havia um afundamento em parte do crânio do animal", disse Gabriel, que acompanhou os trabalhos da Polícia Civil.

O CASO

Conforme apurado, o acusado teria mantido relações sexuais com uma cachorrinha de seis meses e depois matou o animal a marretadas.

O representante da ONG, Gabriel Fernando, esteve no local e levantou o caso, que foi denunciado pela companheira que vive no mesmo imóvel que autor dos fatos e gravou um vídeo no momento em que ele lavava o chão com a cachorrinha morta.

Ela presenciou o animal sendo espancado e morto. A mulher relatou ainda que o acusado fazia sexo oral na cachorrinha e se masturbava. Com o homem foram encontradas vídeos pornográficos de zoofilia (sexo com animais).

O corpo do animal de apenas seis meses acabou sendo enterrado pelo autor no fundo da residência. Porém após a chegada da equipe da ONG o corpo do animal já não se encontrava mais na cova em que o acusado tinha feito e disse que teria depositado animal e um caminhão desconhecido.

O homem relatou ter matado a cachorrinha a marretadas já está que o animal estava sofrendo de virose e o quintal estava com cheiro forte.

Não foi possível fazer o flagrante uma vez que que o crime aconteceu na segunda-feira (27) e a equipe da ONG tomou ciência apenas ontem. Um boletim de ocorrência pelo crime de maus-tratos foi elaborado e um pedido de prisão preventiva será protocolado na Justiça.

MULTA

Agentes da Polícia Militar Ambiental, em Marília, estiveram na casa do homem de 52 anos, no Jardim Fontanelli, zona oeste de Marília, denunciado por fazer sexo e matar uma cachorrinha a marretadas e aplicaram multa de R$ 6 mil nele por "praticar maus-tratos a animal doméstico".

Gabriel Fernando, diretor da ONG Spaddes de Marília

PEDIDO DE PRISÃO

O ativista Gabriel Fernando informou que protocolou na Justiça pedido de prisão preventiva contra o acusado de maus-tratos contra o animal. "Um absurdo que ele esteja solto. Ele deve responder legalmente pela gravidade do ato cometido e ser retirado do convívio social", disse Gabriel.

O pedido é assinado pela advogada Giovana Poker, Advogada Animalista, Mestra em Direito pelo Centro Universitário Eurípedes de Marília e Pós-graduada em Direito Animal pela ESMAFE-UNINTER (Escola da Magistratura Federal - Curitiba/PR). Ela integra a Comissão de Direito Animal da OAB/RJ.




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