A prisão temporária foi deferida pela Justiça a pedido da autoridade policial e cumprida nesta terça-feira (27), após o laudo do Instituto Médico Legal (IML) descartar choque e apontar afogamento como causa da morte.
Segundo a Polícia Civil, a decisão se baseou em contradições entre o depoimento da amiga da vítima, que estava no local no momento do incidente, e o resultado da perícia.
Inicialmente, a principal suspeita era de que Beatriz tivesse sofrido uma descarga elétrica, já que foi encontrada caída de costas, vestindo biquíni, com parte do corpo sobre a tampa metálica do motor da piscina. Próximo à vítima, havia uma caixa de energia com disjuntores, registros metálicos, um botão liga/desliga e uma ducha.
Na ocasião, o Corpo de Bombeiros desligou a energia elétrica do imóvel antes de realizar a checagem dos sinais vitais, mas a morte já havia sido constatada.
O caso é investigado como homicídio por meio de inquérito policial instaurado pela Delegacia de Investigações Gerais de Lins.
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