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Posto de combustíveis lacrado pela manhã volta a funcionar a tarde e vira caso de polícia, de novo!

  • Foto do escritor:  J. POVO- MARÍLIA
    J. POVO- MARÍLIA
  • 11 de fev. de 2021
  • 2 min de leitura

O posto de combustíveis Marília Flex, localizado na Avenida Tiradentes, que foi lacrado pela secretaria estadual da Fazenda, com apoio do Procon local, na manhã desta quarta-feira (10), voltou a funcionar por volta das 17h. E virou novamente caso de policia!

Conforme a ocorrência registrada na CPJ, três frentistas relataram que o gerente do estabelecimento deu ordens para a volta do funcionamento. Policiais e autoridades retornaram ao local, após a denúncia e apreenderam uma máquina de cartões de crédito, com registro de R$ 115,00, relativos à última venda.

Diante dos fatos, o posto foi novamente lacrado, desta vez de forma geral (todas as bombas) e o caso será investigado pela Polícia Civil.

COMBUSTÍVEIS SEM QUALIDADE

O fechamento do estabelecimento na manhã desta quarta-feira ocorreu após mais de um ano de denúncias e flagrantes de venda de combustível fajuta e uso indevido da bandeira da Petrobras na fachada do estabelecimento.

Há cerca de um ano, fiscais do Ipem (Instituto de Pesos e Medidas), com apoio da Polícia Civil, lacraram 9 das 12 bombas do estabelecimento. As bombas estavam sem lacres e outras irregularidades e suspeitas.

Tempos depois, elas voltaram a funcionar e da mesma forma as reclamações e denúncias de consumidores prejudicados com esse relaxo.

Na época, o posto já havia sido notificado pelo Procon para retirar as publicidades e características nesse sentido (como cartazes) que poderiam continuar confundindo os consumidores com as cores, faixas e uniformes da Petrobrás, mas sendo "bandeira branca" (sem distribuidora fixa). O gerente do posto foi notificado por propaganda enganosa, mas ignorou as advertências do Procon e o posto continuou funcionando da mesma forma.

RECLAMAÇÕES E AMOSTRAS DE COMBUSTÍVEIS

Fiscais da Fazenda Estadual que estiveram no estabelecimento recolheram amostras de combustíveis das bombas para análises da qualidade dos produtos, em laboratórios de Campinas. Os testes comprovaram a má qualidade dos combustíveis.


Guilherme Moraes, coordenador do Procon em Marília


 
 
 

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