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  • J. POVO- MARÍLIA

Prefeito Daniel Alonso aponta "tsunami viral" , descarta lockdown e cita aperto em fiscalizações

Atualizado: 17 de jun. de 2021


Após reunião do Comitê Gestor da Covid na tarde de hoje, o prefeito Daniel Alonso (PSDB) descartou a adoção de lockdown em Marília, como medida de combate à escalada local do coronavírus. A cidade soma 746 mortes (quase 40 só nesta semana) e se aproxima de 30 mil casos positivos de coronavírus, com UTIs lotadas há dois meses.

Ao descartar o lockdown, ele justificou: “Preferimos, ao invés de fechar a cidade e deixar muita gente com a sensação de que está de férias, se aglomerando em casas, que as pessoas posam trabalhar e assim possamos fiscalizar como as atividades estão sendo feitas, sem aglomerações, com controle”.

A opção adotada por ele e pelos membros do Comitê foi apertar ainda mais as fiscalizações contra aglomerações principalmente em bares e restaurantes no período noturno, bem como sobre festas em chácaras. Isso com apoio da Polícia Militar e órgãos de fiscalização do Município.

Alonso afirmou que situação vivida em Marília pela pandemia é a mesma cidades da região, com o diferencial que Marília está acelerando a vacinação e o processo de testagens. "Não adianta fechar uma cidade e deixar outras abertas. Não adianta ter ações pontuais, porque isso vira um ‘iô-iô’, não tem sustentabilidade. Cidades que fecharam já colapsaram muito rapidamente. Então, as ações que temos a anunciar hoje são de fiscalização, cumprimento das regras, com a ajuda da Polícia Militar”, disse Alonso.

"TSUNAMI VIRAL"

“O SUS está no seu limite, extrapolado de capacidade de atendimento à população. Evidente que as pessoas estão cansadas, preocupadas com esse tsunami viral, esse volume de mortes, as perdas, mas não temos o que fazer, a não ser redobrar a vigilância e acelerar a vacina, como temos feito”, afirmou o prefeito.



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