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  • J. POVO- MARÍLIA

Procurador Nadir explica porque não assumiu categorias de base do Corinthians e imbróglio com carro



O site UOL divulgou matéria, através do Biog do Perrone, envolvendo o procurador de Justiça Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Justiça do Estado, mariliense Nadir de Campos Júnior,.

O texto publicado pelo site mistura dois assuntos: ação civel impetrada no Fórum de Marília por uma concessionária de veículos que acusou o procurador de apropriação indébita após teste-drive e o fato de Nadir não ter assumido o cargo de diretor das categorias de base do Corinthians.

A publicação do UOL cita que "de acordo com duas fontes, Duílio Monteiro Alves (presidente do Timão) não gostou de o promotor confirmar em entrevista antes de tomar posse que foi convidado, e a nomeação passou a ficar ameaçada".

DANOS MORAIS E COVID

Nadir disse ao JP, nesta quinta-feira (7), que não assumiu o cargo de diretor das categorias de base do Corinthians porque estava internado com Covid-19 e porque o regimento do Ministério Público não autoriza assumir cargos remunerados, como ele teria no clube de futebol.

"Esta foi uma publicação maldosa. Não assumi o cargo no Corinthians por esses dois motivos citados. Continuo no Clube prestando orientação jurídica, como faço há longos anos, mas sem remuneração", explicou.

Sobre a ação envolvendo a concessionária, o procurador reafirmou ter pego o veículo e conduzido até uma delegacia em Marília, onde relatou que não devolveria o carro porque havia comprado na mesma concessionária um carro para sua filha e que o automóvel não havia sido entregue.

"Esse processo está em grau de recurso e movi uma ação contra a concessionária por danos morais. Aguardo as decisões da Justiça", resumiu o procurador.

Na ação judcial, ele contesta as acusações da concessiaonária e negou o esbulho. Alegou "que o preposto da ré tentou efetuar uma venda casada de um Creta por ocasião da aquisição de um veículo HB20 para sua filha, e que lhe foi autorizado permanecer na posse do bem até que o HB20 lhe fosse entregue, tanto é assim, que o seu veículo, um Kia Sportage, permaneceu na concessionária para realização de vistoria cautelar para ser utilizado como eventual parte do pagamento para aquisição do Creta".

A concessionária justificou na ação que a entrega do carro ainda não havia ocorrido por entraves burocráticos, especialmente em razão de parte do pagamento ter sido efetuada por meio de consórcio, ainda não compensado na rede bancária.

A concessionária no caso é a Caoa Motor do Brasil, que pediu em ação judicial a reintegração de posse do veículo pego em test-drive. Em novembro de 2019 o juiz da 2ª Vara Cível do Fórum de Marília, Ernani Desco Filho, determinou que o procurador devolvesse o carro à concessionária. O caso segue em grau de recurso.






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