Buscar
  • J. POVO- MARÍLIA

RUMO CERTO: Gestão eficiente na Câmara ajudou Marilia a superar desafios na crise da pandemia


O desenvolvimento de Marília (quadro ao fundo) continuará dependendo muito de gestão responsável e eficiente de quem comandar a presidência da Câmara no próximo biênio


A eleição para escolha do presidente da Câmara de Marília para o biênio 2021/2022 será realizada na próxima sexta-feira (1°) logo após as solenidades de posse do prefeito reeleito Daniel Alonso (PSDB), do vice-prefeito, Cícero do Ceasa (PL) e dos 13 vereadores entre eleitos e reeleitos para a próxima Legislatura (2021/2024).

Evidente que 2021 será, pelo que indicam as previsões, um ano bastante difícil em todos os sentidos. Exige, portanto, muita responsabilidade, experiência e bom senso, no mínimo, por parte dos governantes. Marília está terminando a travessia do ano da pandemia com a sensação do dever cumprido, politicamente.

A maioria absoluta da população, pelo sistema democrático das urnas, reelegeu Alonso e formou a nova Câmara. Cerca de 60 dos vereadores que concorreram à reeleição obtiveram sucesso. Entre eles, Marcos Rezende (PSD), que atuou como líder do prefeito no parlamento até ser eleito presidente da Casa, em 2018.

Ninguém imaginava que haveria a fatídica pandemia do coronavírus. Mas ela chegou de forma avassaladora, em março deste ano. Com isso, a integração entre a Prefeitura e a Câmara, com harmonia e independência, foi fundamental para Marília superar as dificuldades e vencer desafios. No aspecto financeiro, por exemplo, o Legislativo devolveu cerca de R$ 4,6 milhões do duodécimo à Prefeitura.

Em outras cidades da região, como Bauru, o prefeito e vereadores perderiam o rumo e a cidade naufragou na avalanche de casos positivos de coronavírus (mais de 20 mil) e mortes pela Covid-19 (quase 300).

A experiência e, como ele próprio reconhece, e o amadurecimento de Rezende foram fundamentais para o equilíbrio e tomada de decisões acertadas na via de mão dupla entre a Prefeitura e a Câmara. Bom para a cidade, bom para os legisladores e governantes.

O cenário político em Marília, acompanhando a vontade popular, rejeitou o modelo de rixas político-pessoais, com interesses mesquinhos que nada contribuiam para o desenvolvimento do município e interesses da coletividade. Brigas e rixas que provocavam rachas e tumultos na Câmara e faziam o caldeirão ferver na Prefeitura. Um dos últimos episódios desse nada saudoso cenário foi a renúncia do então prefeito Mário Bulgareli. A população só perdeu com esse tipo de politicagem.

Os novos horizontes criados principalmente a partir da eleição para Rezende à presidência do Legislativo comprovaram que a cidade tomou o rumo certo, Evidente que o parlamento, enquanto mecanismo político, é feito de debates e divergências, com discussões até acaloradas. Mas tolerável desde que dentro dos limites do interesse público.

No melhor dos arremates que comprovam isso, vereadores que se balizaram pela harmonia e consciência nesse sentido foram aprovados nas urnas. Na próxima sexta-feira a população terá a oportunidade de, após fazer seu papel nas urnas, comprovar e a nova Câmara seguirá esse perfil.


Marcos Rezende e Daniel Alonso: trabalho integrado, com respeito e independência, foi aprovado pela população nas urnas, com a reeleição do prefeito e grande parte dos atuais vereadores


55 visualizações0 comentário