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  • Foto do escritor J. POVO- MARÍLIA

Síndromes respiratórias em crianças sobrecarregam pediatrias na UPA Norte e PA Sul


Diversas pessoas entraram em contato com o JORNAL DO POVO nesta quarta-feira (15), reclamando de demora no atendimento pediátrico na UPA da Zona Norte e no PA da Zona Sul.

Teve gente que chegou por volta das 9h e só foi atendida as 15h, aproximadamente.

"Passei pela triagem, mas aguardei mais de quatro horas para atenderem meu neto de 11 anos no PA Sul. Muito lotado lá, um terror", disse Marina, em contato com o JP.

O Hospital da Unimar, que faz a gestão dessas Unidades de Saúde, enviou Nota ao JP informando que casos de bronquiolites e de pneumonias em crianças provocou a sobrecarga.

“Estamos fazendo reuniões constantes para resolver o problema, já que dependemos de vagas nos hospitais, como o HMI (Hospital Materno Infanil), que é vinculado ao HC (Hospital das Clínicas) e a Santa Casa de Misericórdia. Orientação é que os pais ou responsáveis para que, nos casos mais leves, que sigam a orientação do médico da UBS (Unidade Básica de Saúde) e aguarde em casa".

NOTA

"Ocorrência de casos de bronquiolites e de pneumonias em crianças está provocando sobrecarga de atendimento na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da zona Norte e no PA (Pronto Atendimento) da zona Sul. Desde quarta-feira da semana passada o número de atendimentos praticamente dobrou, obrigando ampliação da escala de médicos pediatras.

Segundo o diretor da UPA Norte, João Paulo Bermudes, as síndromes respiratórias estão mais graves. “Normalmente nós temos essas ocorrências no período do inverno, entre julho, agosto e setembro. Em 2023 houve uma antecipação e isso provocou aumento na demanda pelas unidades de saúde”, explicou.

Segundo Bermudes, o número de crianças em atendimento, devido ao uso do oxigênio, varia de oito a 16, na UPA e no PA. “Muitos casos chegam com necessidade de cuidados especiais, na condição de urgência e emergência. Com isso, os casos menos graves precisam aguardar, gerando uma espera que ultrapassa 4h para o atendimento”, ressaltou.

Para minimizar o problema a ABHU (Associação Beneficente Hospital Universitário), que é responsável pela UPA e pelo PA, aumentou o quadro de pediatra. “Estamos com um deles atendendo 24h e o outro 14h, mas precisamos ampliar”, explicou.

Diretoria da ABHU, das unidades de pronto atendimento e a Secretaria Municipal da Saúde estão se reunindo para traçar estratégias de atendimento, visando atender o crescimento na demanda.

“Estamos fazendo reuniões constantes para resolver o problema, já que dependemos de vagas nos hospitais, como o HMI (Hospital Materno Infanil), que é vinculado ao HC (Hospital das Clínicas) e a Santa Casa de Misericórdia.

Bermudes orienta ainda os pais ou responsáveis para que, nos casos mais leves, que sigam a orientação do médico da UBS (Unidade Básica de Saúde) e aguarde em casa".

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