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  • Foto do escritor J. POVO- MARÍLIA

Vereador acusado de agredir idosa na Câmara enfrenta processo de cassação, na região


Um pedido de cassação do vereador Paulo Henrique Andrade (PSDB) vai ser analisado pela Comissão de Ética da Câmara de Tupã em 90 dias úteis após a leitura, nesta segunda-feira (12), do requerimento protocolado no Legislativo. Ele é acusado de agressão por uma moradora.

Até o término do prazo os parlamentares vão votar o relatório a ser elaborado pelo colegiado, composto pelo presidente Eduardo Edamitsu (PSD), pelo vice-presidente Israel Tutu (PSD) e pelo membro Ribeirão (PP). Durante a análise do pedido de cassação Paulo e a autora do requerimento, uma idosa que diz ter sido agredida por ele em sessão da Câmara do dia 22 de maio, devem ser ouvidos pela comissão, além de testemunhas. Tereza de Lourdes Anastácio, de 62 anos, protocolou o pedido de cassação do vereador nesta segunda-feira, mesma data em que o documento foi lido no plenário. Durante a leitura, a sessão precisou ser suspensa por alguns minutos devido à manifestação de populares.

O CASO A idosa registrou um boletim de ocorrência de suposta "contravenção penal - vias de fato" no dia 2 de junho, documento que faz parte do pedido de cassação. Para sustentar sua versão, a mulher também anexou imagens de câmeras de segurança. De acordo com Tereza, durante uma discussão entre ela e outra pessoa no plenário da Câmara, o vereador se dirigiu grosseiramente pedindo sua retirada do local. Os envolvidos, segundo ela, então se dirigiram até uma antessala, em que houve a suposta agressão. "Quando ela decidiu ir embora, Paulo Henrique entrou na frente dela e a segurou pelos braços, e de forma brusca a empurrou em direção da escada, falando de forma grosseira", diz o registro policial. Segundo o boletim de ocorrência, a idosa sentiu dores no ombro por diversos dias devido ao empurrão, sendo receitados alguns medicamentos e 20 sessões de fisioterapia. De acordo com Tereza, o vereador se exaltou enquanto defendia o homem com quem ela havia discutido no plenário momentos antes. Durante a sessão, o parlamentar que foi alvo do pedido de cassação se manifestou rapidamente sobre o caso e pediu a presença de seguranças nas sessões da Casa de Leis. "Não fiz nada que pode ser comparado com o que foi lido aí", afirmou o vereador. Ele também disse que a Câmara fará justiça depois que tudo for apurado e alegou que tentou evitar uma briga no dia dos fatos narrados.



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