top of page
Buscar
  • Por Adilson de Lucca

Vereador Marcos Rezende acompanha ações de prevenção a incêndios no Projeto Doce Futuro


O vereador e presidente da Câmara de Marília, Marcos Rezende (PSD), esteve visitando o Projeto Doce Futuro, no Bairro Maracá, Zona Norte de Marília, onde acompanhou com os coordenadores do Projeto e integrantes do Corpo de Bombeiros e da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano, formas de prevenção à incêndios na área de preservação e ação ambiental.

"Este belíssimo Projeto merece todo o respeito e apoio. Um eficiente trabalho dos coordenadores e voluntários. Com essas ações de prevenção a incêndios, estarão sendo melhor protegidos todo o Projeto, as pessoas que nele atuam e os moradores do bairro", explicou Rezende.

O projeto recupera uma imensa área degradada no Bairro Maracá, reflorestando o espaço, desassoreando nascentes e reintroduzindo a fauna silvestre no ecossistema

O Projeto Doce Futuro foi criado há pouco mais de um ano na área escolhida para recuperação ambiental. Recupera uma imensa área degradada, reflorestando o espaço, desassoreando nascentes e reintroduzindo a fauna silvestre no ecossistema.

Antes totalmente degradada pelas queimadas e descartes de lixo, hoje, a mesma área apresenta a recuperação de quatro nascentes, o plantio de 8.735 árvores nativas de espécies variadas, 12 espécies de abelhas sem ferrão, que ajudam na polinização da flora local, bem como atraiu a biodiversidade, reintroduzindo diversas espécies de insetos, pássaros e pequenos animais, como borboletas, tucanos, seriemas, corujas, sanhaço azul, pica-pau, saguis, dentre outros, reequilibrando a cadeia alimentar na área.

Johnny Thiago Santana, coordenador do projeto, explica as ações desenvolvidas. “O primeiro passo foi conscientizar a população sobre evitar descartes de lixo na área e, principalmente, não atear fogo na vegetação. Este trabalho de educação ambiental foi essencial para podermos dar sequência na recuperação da área. Após, iniciamos o plantio de árvores para recomposição da vegetação, introduzimos colônias de abelhas sem ferrão para ajudar na polinização e desassoreamos quatro nascentes, que colaboram para a manutenção dos rios que abastecem a cidade. Concluímos a construção de um centro de educação ambiental, onde receberemos alunos para aulas e palestras sobre o meio ambiente, desenvolvendo a consciência preservacionista nestes jovens, criando uma geração que cuidará do nosso planeta”, afirmou Johnny.

O meliponicultor Fernando Garcia relata os caminhos percorridos para o sucesso do projeto. “Conseguimos apoio da Prefeitura, através do gestor ambiental Cassiano Rodrigues Leite, que nos orientou os caminhos onde nos foi concedido o uso da área. Após, licenciamos as atividades junto à Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura do Estado de São Paulo, e Secretaria da Agricultura Estadual, recebendo a autorização para manejo da fauna e flora neste espaço. Atualmente estamos concluindo a certificação junto ao IBAMA, deixando o Projeto Doce Futuro totalmente legalizado junto aos órgãos ambientais, cumprindo fielmente as legislações vigentes. Acreditamos sermos os únicos na região com farta documentação”, disse Fernando. O Projeto Doce Futuro é acompanhado pela Secretaria de Limpeza Pública e Serviços, colaborando com a campanha de educação ambiental sobre descartes irregulares de lixo e queimadas urbanas em áreas públicas.

TECNOLOGIA ISRAELENSE

Inspirado nos modelos israelenses de irrigação, o sistema é totalmente automatizado. Uma válvula hidro estática acionada por energia elétrica, obedece aos comandos de um timer programado previamente.

“Foi um projeto inspirado em modelos de Israel, onde apesar de pequeno no tamanho, o plantio é compensado pela alta tecnologia”, diz um de seus coordenadores, Johnny Thiago Santana.

Os materiais usados são facilmente encontrados em casas de ferragens e de materiais elétricos e de construção, a um custo de R$ 87 reais, valor irrisório dado ao alto desempenho que proporciona.

Com isso, as sementes plantadas, as árvores adquiridas através de compras ou doações, não precisam de uma pessoa pelo menos duas vezes ao dia para jogar água. Em quanto isso, os responsáveis podem se dedicar a outras atividades sem a menor preocupação.

De início, serão semeadas e cultivadas espécies exóticas de alto interesse meliponícola (das abelhas sem ferrão), tais como a melaleuca alternatifolia, astrapéia, acácia mangiun e eucalipto arco íris.

Com o sucesso, os coordenadores do projeto que revitalizou uma área gravemente atingida por queimadas no Jardim Macará, na zona norte, pretendem estender o sistema para a horta e também para o agrofloresta.

“Contamos com o apoio do poder Público Municipal, que incansavelmente nos atende na missão de cuidar da terra e da natureza, por isso, queremos contribuir com a sociedade, divulgando essa conquista”, finaliza o coordenador Johnny Thiago.



70 visualizações0 comentário

コメント


bottom of page