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  • Foto do escritor J. POVO- MARÍLIA

Vereador Rogerinho quer redução da área e novas adequações no sistema da Zona Azul


O vereador Rogerinho (PP) vem combatendo os desmandos da Rizzo Park, que administra o sistema Zona Azul digital em Marília, desde quando começaram a surgir problemas e prejuízos para os usuários do sistema.

A partir da atuação do vereador, o Ministério Público e o Procon também se manifestaram. A série de problemas, denúncias e reclamações contra o Rizzo Park levaram Rogerinho a solicitar a convocação de uma Audiência Pública na Câmara de Marília, com representantes da empresa e da comunidade. A Prefeitura acabou suspendendo as atividades da Rizzo.

Mediante mandado de segurança judicial, a empresa voltou a operar aqui na cidade há uma semana. Com o retorno das atividades, Rogerinho segue de olho na Rizzo Park.

Uma das mais importantes conquistas, pela atuação dele, foi a suspensão pela empresa da tal taxa de R$ 20 para que usuários que não usavam tickets ficassem isentos de autuação de trânsito.

O vereador já havia declarado na Audiência Pública que a empresa, caso voltasse a operar, não seria como nos sete meses que atuou aqui na cidade. Agora, Rogerinho quer que funcionários da Emdurb (detentora do contrato com a Rizzo Park) fiscalizem os serviços da empresa.

"Principalmente sobre funcionários que orientam e vendem tickets nas ruas e a retirada dos parquímetros eletrônicos, aquelas máquinas que não funcionam e só causam transtornos aos usuários", explica o parlamentar. "A Emdurb realiza um ótimo trabalho no trânsito de Marília e acredito que a Zona Azul chegará no ponto desejado pelos usuários, principalmente".

Rogerinho também quer revisão do projeto da Zona Azul digital, com redução da área de estacionamento do sistema. "Não há necessidade de Zona Azul na Avenida das Esmeraldas, Rua Taquaritinga e Piratininga, por exemplo, e outras ruas e avenidas bem distantes do centro", apontou.

Além disso, o vereador defende a ampliação dos prazo de tolerância sem ticket nas vagas e aumento dos horários sem aumento das tarifas (R$ 2 por uma hora e R$ 4 por duas horas).

"Há necessidade de várias adequações no sistema da Zona Azul, o qual entendemos ser necessário e importante para a cidade, principalmente para o comércio. Mas deve funcionar de forma disciplinada, justa e eficiente", afirmou Rogerinho.






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