RADAR DO JP

June 16, 2017

 

 

 

MAIS UM TEMPINHO

Um recurso meramente protelatório (enrolação) deve adiar por uns três meses no STJ (Superior Tribunal de Justiça) a condenação em definitivo da W.A Produções e Publicidade (Jornal da Manhã), do jornalista Ronaldo Medeiros e do lunático Nelson Virgílio Grancieri, o Nelsinho. Todos já foram condenados por fraudes e improbidade administrativa no caso das 150 mil cartilhas fantasmas “confeccionadas” para a Prefeitura de Marília na famigerada gestão de Mário Bulgareli. Custo do “serviço”: R$ 88.500,00. Motivo do golpe: cobrir despesas eleitorais de Bulgareli em 2008. A sentença condenatória citou que os réus “atentaram contra os princípios da moralidade, legalidade e interesse público, da Administração Pública e violaram os deveres da legalidade, honestidade e lealdade à Instituição”.

 

PENAS E MULTAS DOS GOLPISTAS

                            

   

 

                                SERVIÇAL: Ronaldo Medeiros na condição de copeiro do ex-prefeito Mário Bulgareli

 

A W.A está, desde então, proibida de contratar com o Poder Público, enquanto Ronaldo Medeiros perderá a função pública (por mais de 30 anos perambulou por cargos comissionados na Prefeitura) e atualmente está na secretaria municipal de Esportes, ocupando um cargo de auxiliar de escrita (foi aprovado num concurso público na gestão Bulgareli!!!). Ele foi condenado ainda à suspensão dos direitos políticos por três anos e ao pagamento de uma multa em torno de R$ 500 mil. Medeiros continua correndo atrás da papelada para tentar de aposentar o mais rápido possível. Espertão, heim?

Já Nelsinho Grancieri foi demitido da Prefeitura a bem do serviço público em meados de 2011, após ter sido preso pela Polícia Federal por falcatruas. Responde à uma série de outros processos cíveis e criminais com condenações de penas de cadeia em grau de recurso. Também terá que pagar multa em torno de R$ 500 mil no caso do golpe com as cartilhas fantasmas.

 

MUDANDO DE NOME

Um Projeto de Lei que será votado na sessão camarária da próxima segunda-feira (19) altera o nome da Secretaria Municipal de Juventude e Cidadania para Secretaria Municipal de Direitos Humanos. EM TEMPO: sem atividades produtivas, encontram tempo para essas quinquilharias.

 

REFORMAS FAJUTAS E CUSTO ALTO

O vereador Evandro Galette (PTN) está pedindo na pauta da Câmara reparos na Unidade de Saúde do Distrito de Amadeu Amaral. O prédio apresenta infiltrações, vazamentos, paredes e teto embolorados. O detalhe é que o tal prédio passou por reformas no ano passado, com custos de mais de R$ 200 mil. Os serviços foram tão porcos assim?

 

VALE NA CODEMAR

Enquanto segue o rolo da Prefeitura com a questão do “Vale Alimentação” para os aposentados, a Codemar vai realizar ato para a contratação de empresa especializada na prestação de serviços de administração, gerenciamento, emissão, fornecimento e distribuição de vale alimentação para os 64 funcionários da Companhia. Valor do vale: R$ 368,50. O “Vale Alimentação” dos servidores ativos da Prefeitura é de R$ 250,00 e o da Câmara Municipal é de R$ 466,00.

 

MÁQUINAS, XEROX E ALUGUEIS

A Câmara de Marília aprovou requerimento do vereador Danilo da Saúde (PSB) sobre alugueis de máquinas copiadoras (tipo xerox) da Lojas Milani para a Prefeitura. Esses serviços vêm sendo executados desde a gestão passada e custam cerca de R$ 300 mil por ano para os cofres públicos.

Ao falar o requerimento na tribuna, o líder do prefeito na Câmara, Marcos Rezende (PSD) disse que assim que forem vencendo esses contratos serão revistos e renegociados. EM TEMPO: Enquanto isso, contrariando o blá-blá-blá de Rezende, o Diário Oficial desta semana trouxe vários aditivos e prorrogações de contratos desses serviços, com máquinas alugadas espalhadas por todos os cantos do prédio da prefeitura e secretarias externas.

 

TURISTAS INDENIZADOS

A Justiça Estadual em Marília condenou uma a agência de turismo Contex Tur e a operadora CVC Turismo a pagarem indenização de R$ 5 mil por danos morais a um casal. Isso porque a mulher, ao descer de um ônibus fretado, em Maceió, escorregou no tapete solto de um dos degraus do veículo, caiu e fraturou três costelas. Dos 8 dias de viagem turística, ela e o marido ficaram quatro “de molho” no hotel. Por isso, a sentença também determinou o pagamento de R$ 3.832,48  por danos materiais. Os valores devem ser corrigidos desde a o início do processo, em 2015.

 

 

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