RADAR DO JP

June 20, 2017

 

FOGO AMIGO I

Na pauta da sessão da Câmara Municipal da próxima segunda-feira (19) o presidente da Casa, Wilson Damasceno (PSDB) “dá um aperto” no governo de Daniel Alonso, pedindo informações sobre quais os motivos que a Rua Manoel Freire, na Zona Leste, “está abandonada”, cobra obras urgentes para sanar problemas de enchentes na Avenida das Esmeraldas e quer saber detalhes da licitação de compra de oito gabinetes odontológicos, quanto custaram, onde estão e por que ainda não foram instalados?

 

FOGO AMIGO II

A nota acima foi publicada no Radar do JP no sábado (17).

Na sessão camarária desta segunda-feira (19), estranhamente e sem dar explicações, Damasceno pediu a retirada dos tais requerimentos, antes mesmo que fossem lidos e votados. O povo quer saber o que aconteceu nessa manobra, pois os problemas citados continuam. EM TEMPO: nas gestões passadas, quando perambulava pela oposição, Damasceno apresentava uma avalanche de requerimentos (e discursos) sobre problemas da cidade, mas nunca retirou nenhum deles da pauta.

 

INOPERÂNCIA E NOVO NOME

Os vereadores aprovaram na sessão desta segunda-feira (19) o nome da Secretaria Municipal da Juventude e Cidadania para Secretaria Municipal de Direitos Humanos. O Radar do JP já havia publicado que isso era mera quinquilharia, já que a referida Pasta nada produz.

Ao comentar a mudança, o vereador Luiz Nardi (PR) disse na Câmara: Não ví nada dessa secretaria em seis meses de governo. Desejo que com essa nova estrutura (nome) se preste a alguma coisa extraordinária”. O vereador afirmou ainda que poucos conhecem e já viram o titular da Pasta. EM TEMPO: trata-se de Renato Micheletti, indicado pelo vereador Mário Coraíni.

 

NHAC-NHAC-NHAC

 

Notabilizado por exorbitantes gastos com a compra de lanches quando foi secretário municipal da Cultura no governo-tampão de Ticiano Toffoli (PT), o atual e de novo secretário da Cultura (no governo PSDB), André Gomes, gastou numa nota só R$ 3.926,00 comprando lanches de um chalé. Justificativa: lanches para alunos do Projeto Guri, vinculado à Secretaria Municipal da Cultura.

 

SÓ LEMBRA O QUE LHE INTERESSA

Aliás, o vereador Coraíni comentou na tribuna da Câmara que uma das  causas do rombo do Ipremm (Instituto de Previdência do Município de Marília) foram aplicações fajutas em bancos falidos.

Um desses bancos foi o Banco Santos, onde a então presidente do órgão, Nilma de Oliveira, aplicou cerca de R$ 350 mil e perdeu tudo. EM TEMPO: Isso ocorreu na gestão do prefeito Mário Bulgareli, que indicou a tal presidente do Ipremm. Coraíni só “esqueceu” de dizer que Bulgareli recebeu integral apoio dele, tanto na campanha eleitoral quanto no governo.

 

ROMBO DO IPREMM

A presidente do Ipremm, Mônica Regina da Silva e o secretário municipal da Fazenda, Levi Gomes, estão sendo convocados para falar na tribuna da Câmara sobre o rombo de cerca de R$ 400 milhões ni Instituto. Um rolo que remonta há mais de dez anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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