RADAR JP

August 22, 2017

 

 

ROGERINHO: AÇÃO CONTRA A CODEMAR

 

                   Rogerinho da Codemar com o ex-prefeito Vinícius Camarinha: ação trabalhista

 

O ex-diretor da Codemar, Rogério Alexandre da Graça, o Rogerinho, entrou com ação trabalhista contra a Companhia. Ele ocupou os cargos de diretor-adjunto no mandato-tampão de Ticiano Toffoli (PT), de diretor no mandato de Vinícius Camarinha (PSB) e novamente adjunto no atual governo de Daniel Alonso (PSDB). Deixou o cargo há cerca de três meses, para assumir um cargo público comissionado em Bauru. A ação dele tramita no TRT-15. O advogado de Rogerinho é Waldyr Dias Payão. 

 

TRAILER'S DA BRIGADEIRO I

Uma audiência realizada este ano na Vara da Fazenda Pública de Marília, a Justiça definiu uma data limite (dia 26 de outubro) para que os trailer"s de lanches deixem a Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes (ao lado do Bosque Municipal), onde estão instalados. Na sessão camarária desta segunda-feira (21), o vereador José Carlos Albuquerque (PRB) pediu: "não esqueçam esta data". O pedido foi dirigido especialmente à imprensa. Albuquerque foi o vereador que abraçou a luta pela retirada dos trailer"s daquele local. A ação civil pública nesse sentido foi movida em 2015, pelo promotor Roberto Brianezzi de Lima. 

"Se no dia 26 de outubro ainda tiver trailer's lá, o secretário Mustafá (Limpeza Pública) me garantiu que vai cumprir a sentença judicial e retirar os trailer"s com guincho", disse Albuquerque. EM TEMPO: a maioria dos cerca de quinze trailer"s que já ocuparam o espaço, foram retirados de lá. "Mas uns três ou quatro ainda resistem", observou o vereador.

 

TRAILER'S DA BRIGADEIRO II

                              Projeto do "lanchódromo" em frente o Bosque Municipal, na gestão Bulgareli

 

Esse rolo dos trailer's da Avenida Brigadeiro vem sendo verificado há pelo menos dez anos. Os pontos principais são que os mesmos se cadastram na Prefeitura como ambulantes, mas chegam a chumbar ferros para fixar os carrinhos no asfalto da avenida. Além disso, no local não há banheiros nem rede de esgoto. Questão de higiene. EM TEMPO: na gestão Bulgareli, chegou a ser produzido pela secretaria municipal de Planejamento Urbano um projeto denominado "lanchódromo", que seria construído no lado oposto ao Bosque, na mesma avenida, "invadindo" área da Fazenda Cascata. A ideia não prosperou. 

 

 

EXPLOSÃO DA FOLHA DO IPREMM

A presidente do Ipremm (Instituto de Previdência do Município de Marília), Mônica Regina da Silva, disse em explanação na Câmara Municipal na noite desta segunda-feira (21) que até ela ficou estarrecida ao constatar, em levantamentos, que a folha de pagamentos do Instituto, de 1991 (quando o órgão foi criado) até 2012, era de cerca de R$ 3 milhões. De 2013 até 2016, esse valor dobrou, subindo para cerca de R$ 6 milhões. Motivo: resultado nocivo de aumentos de referências a servidores da ativa nos últimos dez anos, sem previsão de impacto na folha de beneficiários do Ipremm. 

 

CLIMA TENSO

Durante as explanações, o secretário municipal da Fazenda, Levi Gomes e o vereador Danilo da Saúde (PSB) iniciaram uma tensa discussão. Danilo perguntou se a atual gestão do Ipremm estava praticando atos semelhantes aos da gestão passada do Instituto e criticada pelos explanadores. "Você está sendo capicioso, sei das suas intenções", reagiu Levi. O vereador negou algo nesse sentido. No decorrer da sessão, o vereador Luiz Nardi (PR) declarou solidariedade a Danilo, isso após os explanadores terem deixado o plenário. 

 

SHOW NO GINÁSIO

A vereadora professora Daniela D'Ávila (PR) questionou como os Bombeiros liberaram alvará para um grande show da cantora artista teen Larissa Manoela, com cerca de cinco mil pessoas, no Ginásio de Esportes da Avenida Santo Antonio, neste sábado (20). O local, segundo ela, está com estruturas comprometidas e necessitando de reformas e manutenção. EM TEMPO: também não há informações sobre o recolhimento de 5% da arrecadação com o show para as entidades assistenciais, conforme determina uma Lei Municipal.

 

REFORMA POLÍTICA

Os meios políticos aguardam com ansiedade a votação da reforma política na tarde desta terça-feira (21) na Câmara Federal. No foco das discussões, uma proposta  que muda o sistema eleitoral e cria um fundo de R$ 3,6 bilhões com recursos públicos para bancar as campanhas dos candidatos.

O texto prevê também a adoção do "distritão" para as eleições de 2018 e de 2020 na escolha de deputados federais, estaduais e vereadores. Nesse modelo, cada estado ou município é transformado em um distrito e são eleitos os candidatos mais votados. Os votos em legenda não são considerados.As mudanças não afetam a eleição para presidente, governadores, senadores e prefeitos, mantida no formato atual: o mais votado para cada cargo é eleito.Pela proposta em análise, a partir de 2022, o sistema para escolher deputados e vereadores passará a ser o "distrital misto". Nesse modelo, o eleitor vota duas vezes: uma no candidato do distrito e outra na lista do partido. Metade das vagas irá para os nomes mais votados. A outra metade será distribuída após um cálculo, chamado quociente eleitoral, para definir o número de vagas por partido.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

WHATSAPP DO JORNAL DO POVO PARA ENVIO DE SUGESTÕES, FOTOS OU VÍDEOS
99797-5612 
99797-3003
Siga "JP POVO"
  • Facebook Basic Black
  • Twitter Basic Black
  • Google+ Basic Black