Mais um deputado que votou a favor da corrupção vira "Cidadão Mariliense"

August 24, 2017

 

         Deputado Sinval Malheiros votou contra as investigações de corrupção no famigerado governo Temer

 

Mais um deputado federal que votou a favor do presidente Michel Temer e contra o povo, ajudando a enterrar as investigações de corrupção no governo, acaba de se tornar "Cidadão Mariliense". A Câmara de Marília aprovou na sessão desta semana a concessão deste "honroso título" ao deputado Sinval Malheiros (PTN), que nasceu em Pindorama (SP). Ele está se filiando ao "novo" partido denominado PODE.

O autor do projeto de concessão da "honraria" foi o vereador Evandro Gallete (PTN).

Desta forma, três atuais deputados federais que votaram a favor da corrupção são "nobres cidadãos marilienses": Walter Ihoshi (PSD), Vinícius Raposo Carvalho (PRB) e Sinval Malheiros (PTN).

"DEPUTADO QUE APOIA LADRÃO..."

 

"Deputado que apoia ladrão, 100 anos sem reeleição". Esse foi o tema de um grande protesto realizado na tarde deste domingo (6), em São Paulo. Milhares de manifestantes demonstraram revolta com o resultado da votação na Câmara dos Deputados que arquivou a denúncia de corrupção passiva contra o presidente Michel Temer (PMDB).

A votação na Câmara Federal livrou Temer de ser investigado pelo STF nos atos de corrupção e roubalheira do dinheiro público que deveria ser investido na Saúde, Educação, Segurança e outros setores. Os deputados Walter Ihoshi (PSD) e Vinícius Raposo Carvalho (PRB - pastor da Igreja Universal) votaram a favor de Temer e contra o povo. Eles se dizem "de Marília", mantém escritórios políticos aqui sempre fechados e quando vem à cidade se hospedam em hotéis de luxo, já que nem familiares eles têm por aqui,

Com cartazes com fotos dos deputados que votaram pelo arquivamento na sessão, o grupo se concentrava próximo ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. 

Os parlamentares aprovaram, por 263 a 227, o relatório da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), de autoria do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que recomendava a rejeição da denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR).

Com a decisão, os deputados livraram Temer de responder no Supremo Tribunal Federal (STF) a processo que, se instalado, provocaria o afastamento do presidente por até 180 dias. Agora, Temer responderá no STF somente após a conclusão do mandato, em 31 de dezembro de 2018.

O procurador-geral Rodrigo Janot ainda deverá apresentar outra denúncia contra Temer, por organização criminosa e obstrução de justiça. A acusação de Janot se baseia nas investigações abertas a partir das delações de executivos da empresa JBS no âmbito da Operação Lava Jato.

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