Daniel diz que Fadel foi demitido da Codemar porque não cumpriu metas

September 8, 2017

 

                       Vice-prefeito Tato indiciou o diretor da Codemar. Prefeito Daniel Alonso demitiu

 

Explicando os motivos da demissão de Renê Fadel, diretor-presidente da Codemar (efetivada nesta quinta-feira 7), o prefeito Daniel Alonso (PSDB) disse que ele não cumpriu as metas. "A meta na Codemar é muito alta", justificou o prefeito. Em nota oficial, ontem, Daniel classificou Fadel como "um gigante".  

Quem assume o cargo é o diretor-adjunto da Companhia, Claudirlei Santiago Domingues, o Tatá, que foi candidato a prefeito em Pompéia no ano passado, mas não se elegeu.

O diretor-presidente da Codemar demitido, havia sido indicado pelo vice-prefeito, Antonio Augusto Ambrósio, o Tato, que "dá as cartas" na Companhia. Tato, que está viajando neste feriadão, disse que foi pego "de surpresa" com a demissão de Fadel e que, quando retornar da viagem, vai se inteirar da situação. 

Na semana passada, Tato concedeu entrevista à Rede Globo, dizendo que Marília tem dois milhões de buracos nas ruas. "Jogamos dinheiro fora", admitiu ele, ao apontar trabalhos de tapa buracos realizados em épocas de chuvas. O vice afirmou que sabia que os serviços teriam que ser feitos novamente. "Preservamos vidas", justificou. 

AUDITORIA

 Renê Fadel foi demitido por não cumprir metas. Tatá assumiu o cargo

 

Fadel também foi demitido da Codemar em meio ao anúncio de uma grande auditoria sobre as gestões passadas na Companhia. "A cidade vai ficar assutada", anunciou Tato, recentemente, ao comentar o que foi levantado pela auditoria.

Inclusive, sobre o "sumiço" de estruturas metálicas que estavam armazenadas no galpão da Codemar e seriam usadas na cobertura de uma nova rodoviária, em 1990 (gestão do prefeito Domingos Alcalde). O material pesava mais de 150 toneladas e estava avaliada atualmente em cerca de R$ 3 milhões. Simplesmente "desapareceu". O misterioso "sumiço" foi descoberto este ano pela diretoria da Companhia e está sendo investigado em Ação Civil aberta pelo Ministério Público Estadual, para ressarcimento aos cofres públicos. O material teria sido vendido como sucata na gestão passada.

 

 

 

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