ELEIÇÕES: há um ano, o povo decidiu trocar Vinícius por Daniel. E aí?

October 3, 2017

                      Daniel Alonso e Vinícius na transição: há um ano aconteciam as eleições municipais

 

Há um ano (2 de outubro de 2016) o empresário Daniel Alonso (PSDB) era eleito prefeito de Marília, com 50.113 votos (45,25%). Derrotou o fatídico candidato à reeleição, então prefeito Vinícius Camarinha (PSB), que obteve 48.218 votos (43,54%). Foi o resultado mais apertado da história da cidade na disputa pela Prefeitura.

Com proposta de "gestor", Daniel Alonso ganhou uma eleição que caiu em seu colo, graças às asneiras cometidas por Vinícius, especialmente nos dois últimos anos de seu frágil governo, como a polêmica e nefasta proposta de concessão ("venda") do Daem e massacre dos servidores públicos municipais com avalanche de sindicâncias e uma política salarial nociva, que resultou na mais longa greve da categoria na história de Marília.

Praticamente todo o processo de desgaste da gestão Vinícius foi marionetado pelo secretário da Administração nomeado por ele, coronel da reserva Marco Antonio Alves Miguel. Vinícius também foi teimoso na construção da tal Radial Leste-Sul, que privilegiou áreas nobres de loteamentos de luxo na Zona Leste (que não liga nada com a Zona Sul), abandonando interligações de bairros humildes, como o Santa Antonieta com o Marina Moreti, o Bandeirantes com a Rodovia do Contorno e outros. Além da lambança com as fracas operações tapa buracos, especialmente na periferia da cidade e as portas do gabinete fechadas para a comunidade. 

Orgulhoso, prepotente e teimoso, Vinícius não seguiu os principais conselhos e experiência de seu pai, o três vezes prefeito de Marília e cinco vezes deputado, Abelardo Camarinha (PSB). Preferiu seguir as desastrosas e imbecís orientações do tal marqueteiro Oliveiros, da Capital (oh, da Capital!!!) que não conhecia nem os bairros de Marília. 

O tiro de misericórdia que selou a derrota do ex-prefeito foi o abandono do grupo de vereadores que integravam sua chapa, em coligações com o PSB. Esse ítem ficou tão flagrante, que os candidatos a vereador que estavam com ele tiveram cerca de 76 mil votos e ele, para prefeito, apenas 48.218 votos. Ou seja, quase trinta mil votos de candidatos a vereadores que não foram vinculados ao candidato a prefeito. Deu no que deu!

Mas isto foi o resultado das eleições. Para selar seu fatídico mandato, Vinícius passou a fazer birrinha, após as eleições. Só iniciou o processo de transição quase dois meses depois e deixou o recolher o lixo da cidade, além de provocar até greve de merendeiras com calotes. 

PROCESSADO POR PLÁGIO?

Daniel Alonso deveria ser processado por plágio! Está fazendo tudo o que o Vinícius fez. Massacrou os servidores com a extinção do Plano de Carreira, reajuste de apenas 2% de salário este ano e aumento de 17% nas mensalidades da Unimed.

Acabou com o Vale Alimentação dos aposentados e viúvas do Ipremm e vem atrasando os pagamentos desse pessoal. 

Retomou a avalanche de cargos comissionados (isso depois de declarar na TV Globo durante campanha eleitoral que era contra e acabaria com eles!). A cidade está uma buraqueira, ao ponto do vice-prefeito, Antonio Ambrósio, o Tato, ter declarado que Marília tem "dois milhões de buracos" e admitir que "jogou dinheiro fora com operações tapa buracos em épocas de chuvas". Se o ex-prefeito Vinícius fechou as portas do gabinete para a comunidade, Daniel Alonso repetiu a dose. Pior! Instalou barreiras de acesso ao povo na porta principal, ou seja, na entrada do Paço Municipal. Por fim, agora, Daniel Alonso se envolveu em rolos com "arrendamento" de emissoras de rádios.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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