"Se não liga pra mim e não manda recado, não precisa de mim", diz Tato, sobre relacionamento com o prefeito Daniel

November 16, 2017

 

                      Tato com Daniel: o vice isolado do governo: "não sou chamado para nada", disse ele

 

Ao participar do programa "Ponto de Vista", no Canal 9, nesta quinta-feira (16), o vice-prefeito Antonio Augusto Ambrósio, o Tato, disse:"na prefeitura não sou chamado para nada, para nenhuma discussão, não sei de nada", disse ele, ao ser questionado pelo âncora do programa, Jô Fabiano, sobre seu relacionamento com o prefeito Daniel Alonso (PSDB).

"Eu não sei o que acontece dentro da Prefeitura", afirmou Tato, ressaltando que "participa" do Daem e da Codemar. "São coisas que eu não sei. Por exemplo: abriram o Terminal, eu não sei, cheguei lá me perguntaram porque abriram o Terminal. Eu disse: não sei, fui perguntar para um, para outro, mas ninguém me dá informação. Me dá nojo entrar lá, banheiros sujos, assalto".

                     Foto amadora de Tato e Daniel, no gabinete: "ele levanta a minhão mão", explicou Tato

 

Tato complementou: "Porque tomar essa medida sem convocar a sociedade para conversar antes? Por que é isso o que a gente (ele e o Daniel) tinha falado antes". O vice ressaltou: "Estou nesse governo e vou continuar nele".

A verdade é que há muito tempo o vice-prefeito não comparece em eventos oficias dentro ou fora da Prefeitura. Há cerca de um mês, ao participar de uma reunião causal com alguns vereadores no gabinete, um dos presentes fez uma foto amadora de Tao e o prefeito Daniel Alonso com as mãos dadas e levantadas. Ao explicar a foto, Tato comentou: "ele (Daniel) pega a minha mão e levanta", dando a entender que não tomou a iniciativa do ato. "Mas não tem racha", emendou.

"NÃO VOU PEGAR NINGUÉM PELO PESCOÇO"

Outra questão na qual o vice-prefeito demonstrou seu isolamento no atual governo foi quando comentou a questão da retomada das obras do esgoto. "Ninguém fala nada pra mim, quando vai começar, quando não vai...Estou à disposição" ironizou. 

Tato também criticou o sistema viário da cidade. "Daqui uns dias vamos ter que chamar um guincho para tirar os carros dos cruzamentos. A mobilidade urbana está um caos". Em outro trecho da entrevista, ele reconheceu. "Eu não tenho a caneta nas mãos" e se queixou que "não é chamado para nada. Só fico sabendo das coisas depois... mas não vou pegar ninguém pelo pescoço". 

Sobre a demissão do então diretor da Codemar, Renê Fadel, determinada pelo prefeito em setembro passado, Tato disse: "fiquei chateado, quando demitiu o Renê não tinha motivo", comentou. Quando o diretor da Codemar foi demitido, Tato estava viajando e só soube da demissão por telefone, via imprensa. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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