MP abre décimo inquérito contra o prefeito Daniel Alonso. Agora, por supostas omissões em relação à Legião Mirim

February 19, 2018

                    Prefeito Daniel Alonso com Rabih Nemer, na Emdurb, em janeiro de 2017

 

O 9° Promotor de Justiça do Patrimônio Público, Oriel da Rocha Queiroz abriu inquérito civil para apurar improbidade administrativa do prefeito Daniel Alonso (PSDB) por manter a Legião Mirim atuando na venda de cartelas da Zona Azul sem o devido contrato legal. A investigação também abrange a não cobrança efetiva de débitos (atualmente em cerca de R$ 200 mil) da entidade pela Prefeitura, sobre os repasses que a Legião Mirim deveria fazer à Emdurb após as vendas das cartelas. A entidade ficava com 80% dos valores das vendas.

A decisão do promotor foi tomada a partir de representação feita pelo ex-presidente da Emdurb, Rabih Nemer, que ficou menos de um mês no cargo e foi exonerado em janeiro de 2017, justamente porque ameaçou romper com a Legião Mirim, executar as dívidas da entidade abrir licitação para as vendas de cartelas da Zona Azul. 

Daniel Alonso será investigado com base no Artigo 11 da Lei de Improbidade Administrativa, que cita: "Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições, e notadamente".

Este foi o décimo inquérito aberto pela promotoria pública contra  o prefeito Daniel Alonso

 

 

 

 

 

 

 

 

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