Mulheres que mataram e roubaram Silvinho com requintes de crueldade após ritual de sexo seguem para a Cadeia de Pirajuí

February 24, 2018

 

                   Silvio Júlio e Silvia Regina, que relatou na CPJ não estar arrependida do crime

 

Seguem para a Cadeia de Pirajuí as duas mulheres que mataram com requintes de crueldade o representante de laboratório, Silvio César Soares Júlio, de 47 anos, na madrugada de quinta-feira (22). na Rua Prudente de Moraes, no Jardim Marília.

A vítima teve os pés e as mãos amarradas e o corpo queimado. Investigadores descobriram um sistema de monitoramento de imagens na casa, o qual foi apreendido. A perícia constatou que duas mulheres estiveram na residência onde Silvinho, como era conhecido, morava sozinho.

As presas são Silvia Regina Evaristo da Silva, de 23 anos, a "Arlequina" e Caroline Rosane Joca, de 20 anos. A DIG divulgou uma nota informando que Silvia se apresentou espontaneamente na CPJ, enquanto Caroline foi presa em sua casa, na Rua Ribeirão Preto, na Vila Nova, Zona Norte da cidade.

As assassinas conheciam Silvinho e já haviam estado na casa dele outras vezes. Na noite da quarta-feira, ele as pegou na Avenida Pedro de Toledo e foram para a casa dele, onde comeram pizza.

Num ritual de sexo, elas convenceram Silvinho a ter as mãos e os pés amarrados e o rosto coberto por uma máscara de dormir. Após isso, tentaram sufocá-lo com um travesseiro. Como ele se debateu, Caroline pegou uma espada de samurai e deu um golpe no abdómen dele, enquanto Silvia desferiu outras dezenas de golpes pelo corpo da vítima com o instrumento.

Em seguida, conforme explica a Nota, elas colocaram diversos objetos eletrônicos em bolsas e antes e sair, jogaram uma jaqueta sobre o rosto da vítima, pegaram um frasco de álcool e atearam fogo sobre ele e no sofá da sala.

Em seus depoimentos, as duas relataram detalhes do crime. Caroline contou que após os primeiros golpes, Silvinho pediu que não o matassem, pois tinha filhos. Os golpes aumentaram. Segundo informações da DIG, Silvia não demonstrou nenhum arrependimento pelo crime.

Um punhal que a dupla portava (mas não foi usado)  não foi localizado pela Polícia Civil, após a prisão delas. Apontaram um matagal onde jogaram o objeto, mas não foi localizado. DVD e outros equipamentos roubados por elas já estavam em posse de um vizinho de Silvia, que disse ter comprado os produtos mas não sabia que eram produto do roubo. "Duas mulheres bastante violentas", disse o delegado da DIG, Valdir Tramontini.

As duas tiveram prisão temporária decretada e seguem para a Cadeia de Pirajuí.

 

 

 

 

 

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