Polícia prende assassino da professora Elizabete. Ele estava em praia do litoral paulista

March 1, 2018

 

Policiais civis prenderam nesta quinta-feira (1), o mototaxista Jefferson Carlos da Silva, de 28 anos, que no dia 10 de janeiro passado assassinou brutalmente a facadas a professora Elisabete Aparecida Ribeiro, de 37 anos. Ele estava na cidade de Praia Grande. no litoral sul paulista. 

O assassino foi preso por uma equipe da Delegacia de Defesa da Mulher de Marília, comandada pelo delegado Sebastião de Castro. A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Marília também atuou nas investigações deste caso. 

“Apesar de não parecer muito, ele diz estar arrependido. Nós iremos levá-lo de volta para Marília amanhã (2). Por volta do meio dia estaremos na Central de Polícia Judiciária. Ele disse que irá dar sua versão também para a imprensa quando chegar em Marília”, disse o delegado em entrevista.

O rapaz foi preso quando vendia produtos na areia da praia. Ele tem uma tia que reside naquela cidade.

O CRIME

Um bárbaro crime chocou a população de Marília na manhã do dia 10 de janeiro deste ano, Naquela quarta-feira, o mototaxista Jefferson Carlos da Silva, de 28 anos, assassinou a professora Elizabete Aparecida Ribeiro, de 37 anos, com diversas facadas no pescoço.

O assassino tem um irmão gêmeo (que mora atualmente no Estado de Santa Catarina). O que diferencia os dois, é que ele (Jefferson) tem uma tatuagem com listas verticais pretas e grandes na parte superior do braço esquerdo.  Ele já tinha passagem pela polícia por denúncia de violência doméstica. 

O CASO

Elizabete foi morta a facadas desferidas por Jefferson, seu namorado, no apartamento onde morava sozinha, no Residencial Palmital, na Zona Norte de Marília. 

O assassino fugiu do local em uma motocicleta, O rapaz foi até a casa de familiares, na Vila Altaneira, onde chegou sujo de sangue e dizendo que "tinha feito uma besteira sem volta" revelou o crime à mãe a à uma irmã e falou ainda que "jamais iriam vê-lo de volta".

A irmã dele foi até o apartamento de Elizabeth e em companhia da síndica do condomínio, chamaram pela professora, que não respondia. Apenas o cachorro latia no apartamento. A polícia foi acionada, arrombou  a porta e encontrou a vítima já sem vida, com diversos golpes de faca no pescoço. 

Elizabete dava aulas na Emef Américo Capelozza. Também lecionou na Emef Edmea Sola. O corpo da professora foi transladado para Lins, onde moram seus familiares. 

 

 

 

 

 

 

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