Deputado que envergonhou Marília e o Brasil ao votar contra investigações de corrupção é homenageado em evento

April 20, 2018

 VERGONHA NACIONAL: Denúncias de corrupção no governo Temer: investigações rejeitadas por Ihoshi

 

O suplente que virou deputado, Walter Ihoshi, foi homenageado em um tradicional evento, em Marília. No início de agosto do ano passado, Ihoshi, descaradamente e de forma vergonhosa, votou contra as investigações de corrupção no governo de Michel Temer (PMDB) pelo STF.

Esse sujeito, que de forma enganosa se diz de Marília (nunca morou aqui, nem tem familiares na cidade), votou a favor do relatório da CCJ (Comissão de Constituição, Cidadania e Justiça) que determinou o arquivamento das denúncias de corrupção contra Temer. 

O parecer emitido no relatório da CCJ, presidida pelo deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG), impediu que o STF (Supremo Tribunal Federal) investigasse as denúncias contra Temer. 

"Senhor presidente, pela estabilidade e pelo avanço das reformas eu digo sim", disse Walter Ihoshi ao ajudar a jogar a sujeira e corrupção do repugnante e impopular governo Temer para baixo do tapete. Ihoshi foi um dos parlamentares que envergonhou, mais uma vez, os brasileiros.

Ele já vinha sendo bastante rejeitado por ter votado a favor da famigerada e nociva reforma trabalhista, que prejudicou milhões de trabalhadores, retirando direitos consagrados pela CLT e aumentando os já altíssimos índices de desemprego no Brasil.

Ihoshi também é a favor da nociva e repugnante reforma da Previdência, cuja proposta prejudica milhões de brasileiros, especialmente os trabalhadores que pretendem se

aposentar. 

ABRINDO OS COFRES

As denúncias contra o presidente foram feitas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apontando crime de corrupção passiva de Temer por ter supostamente negociado benesses em troca de favorecer o empresário Joesley Batista, magnata da JBS e agora delator da Operação Lava Jato. Temer foi acusado de ser beneficiário dos recursos entregues pela empresa (R$ 500 mil) ao ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, que havia sido assessor especial da Presidência da República. Conforme a Constituição, um eventual processo contra o presidente da República no Supremo, por crime comum, Eram necessários 342 votos para que Temer fosse afastado por 180 dias e julgado pelo STF. Semanas antes da votação, Temer abriu os cofres descaradamente, liberando verbas para parlamentares que se posicionaram a seu favor e contra as investigações de corrupção.

 

População brasileira defendeu a abertura de processo contra o presidente no STF, segundo pesquisa; 79% dos entrevistados disseram considerar que deputado que apoiou a rejeição da denúncia da PGR foi "cúmplice da corrupção"

 

A maioria absoluta da população brasileira concordava com afirmação de que deputados que apoiaram Michel Temer são "cúmplices da corrupção"

A maioria dos brasileiros defendeu a aceitação da denúncia contra o presidente Michel Temer, no plenário da Câmara dos Deputados.

De acordo com pesquisa divulgada pelo Ibope, 81% da população foi favorável à abertura de processo contra o peemedebista no Supremo Tribunal Federal (STF), enquanto apenas 14% dos entrevistados defenderam a rejeição da denúncia. Outros 5% não souberam ou não quiseram responder sobre o tema. 

Ao serem apresentados à afirmação "Acho que a denúncia é correta e o deputado que votar contra a abertura do processo é cúmplice da corrupção", 79% dos entrevistados disseram concordar com o pensamento, enquanto 18% disseram discordar.

 

MAIS UM GOLPE!!!!

 

 

Ihoshi, de fato, não seria um "trabalhador" exemplar. Esse ano, ele foi flagrado pela imprensa aplicando um golpe em Brasília. A malandragem foi a seguinte: às vésperas do feriadão prolongado, ele esteve na Câmara dos Deputados e registrou sua presença no painel eletrônico da Casa. Depois, saiu de fininho, correu para o Aeroporto de Brasília e embarcou para São Paulo. Ou seja, com a "presença" registrada no Painel, ele receberia o dia como se estivesse trabalhando no Congresso. Na realidade, aplicou um golpe e embolsou o dinheiro do povo na mamata.

Recentemente, trabalhadores e mais de 30 sindicalistas, além de outros segmentos da comunidade, fizeram uma grande protesto em frente ao escritório político (que permanece sempre fechado) de Ihoshi em Marília, contra as nefastas posições e votações dele contra a classe operária. 

 

 

 

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