RADAR DO JP: MILHÕES DE XÉROX. INSTITUTO NEYMAR E MICO. FOLGAS DO VEREADOR. DANIEL E LEVI "SANTOS" X VEREADORES E MERDA NA VITRINE

September 15, 2018

 

MILHÕES DE CÓPIAS DE XÉROX!!!!

 

A Prefeitura de Marília publicou no Diário Oficial deste sábado (15), diversos novos contratos de alugueis de máquinas copiadoras (xérox) com a empresa Lojas Milani Ltda. EPP.

Os contratos somam cerca de R$ 470 mil. As máquinas de xérox são destinadas para algumas secretarias e para o gabinete do prefeito. Pelo preço de mercado das cópias de xérox, esse valor daria para pagar cerca de 2 milhões de cópias. 

 

FESTANÇAS NO ALVES HOTEL

A Prefeitura pagou, fora da ordem cronológica, mais R$ 5.246  para o Alves Hotel (Buffet). Justificativa: "por se tratar do fornecimento de refeições para autoridades participantes em eventos no município". Não especifica quais seriam essas "otoridades" nem quais os tais eventos. EM TEMPO: conforme divulgado com exclusividade pelo JP esta semana, a Justiça mandou o prefeito Daniel Alonso entregar para a ONG Matra cópias de notas fiscais e pagamentos feitos ao Alves Buffet (Alves Hotel), com quem firmou contrato para fornecimento de festas com finos cardápios. 

 

INSTITUTO NEYMAR I

A tal instalação de uma unidade do Instituto Neymar em Marília virou mico para o prefeito Daniel Alonso. Reportagem do "Fala Cidade" (Amarildo de Oliveira - Rádio Clube), falou com a assessoria de imprensa do Instituto, ao vivo e cores e a mesma negou qualquer projeto ou intenção da entidade em instalar uma unidade aqui na cidade. Também informou nem conhecer um tal de "Paulo", que esteve em Marília se apresentando como representante do Instituto, que tem sede em Praia Grande (SP). Ficou feio, heim!!!!!!!

 

INSTITUTO NEYMAR II

Membros da Prefeitura disseram que a direção do Instituto "não gosta de falar" sobre assuntos desse tipo (instalação de unidades) porque outras cidades ficam ligando lá e fazendo pedidos dessa natureza. Ora! Então porque o próprio prefeito Daniel Alonso publicou matérias pagas (e bem caras!) no site G1 (Globo) "informando" a instalação de uma unidade do Instituto Neymar aqui em Marília? Mico!!!

 

INSTITUTO NEYMAR II

Quem entrou nessa também foi a Câmara Municipal, ao aprovar um Projeto de Lei do prefeito cedendo uma grande área na Zona Sul (ao lado do P.A Sul) para "instalação" do Instituto Neymar. Na primeira votação (dia 3) o vereador João do Bar pediu vistas do Projeto, para melhores estudos. Foi "massacrado" nas redes sociais e alguns veículos de comunicação. Agora, com a revelação da assessoria de imprensa do Instituto Neymar, sobre o desconhecimento de tudo isso (nem projeto existe!), os fatos mostram que João do Bar foi apenas sensato e tinha razão. A própria Câmara deveria analisar melhor esses tipos de projetos "ilusórios". O vereador colocou uma emenda ao Projeto de Lei, estipulando em cinco anos o prazo para eventual implantação do Instituto. 

 

INSTITUTO NEYMAR IV

Agora, o vereador João do Bar já estuda apresentar um Projeto de Lei determinando que, no caso de doações ou comodatos de áreas públicas pela Prefeitura, o Projeto de Lei seja acompanhado de projeto de edificação ou ao menos uma "carta de intenções" dos beneficiados. "Na minha função e obrigação de vereador, pedi vistas do projeto, fui conhecer a área e apresentei a emenda. Todos nós torcemos e trabalhamos para que venha a Unidade do Instituto Neymar para Marília, assim como outros projetos dessa natureza. Mas temos que agir também com razão e na defesa do patrimônio público", disse João do Bar.

 

SEIS MESES DE FOLGA

 

Cutucado pelo secretário municipal da Fazenda, Levi Gomes (falou em marajás) e pelo vereador Marcos Rezende, que disse na sessão camarária que "tem gente que trabalha sem receber", o vereador José Luiz Queiroz (PSDB) "resolveu" explicar o fato de ficar seis meses afastado do trabalho na Delegacia do Ministério do Trabalho em Marília (onde é auditor) cada vez que disputa eleições. Em 2016, saiu candidato a vereador e se afastou do trabalho por seis meses. Este ano, está como candidato a deputado e se afastou novamente do trabalho em abril. Afastamentos com recebimentos normais dos salários. No cargo de auditor do Trabalho, os rendimentos giram entre R$ 30 a R$ 40 mil mensais, dependendo do tempo de serviço. "Afastamento de seis meses para uma campanha de 45 dias. É a lei", disse Zé Luiz.

 

ROLOS DO SECRETÁRIO COM VEREADORES

As brigas e trocas de farpas e acusações entre o secretário municipal da Fazenda, Levi Gomes e os vereadores Wilson Damasceno e Zé Luiz Queiróz (ambos do PSDB), pode ter mais um round no próximo dia 27, quando Levi irá à Câmara Municipal para participar de audiência pública e explicar os atos de sua pasta. EM TEMPO: todas as vezes que Levi foi à Câmara, criou bate boca com vereadores. O último entrevero foi na oitiva dele na CPI da Carne Estragada, onde acabou levando uma dura do vereador Luiz Nardi. 

 

 

REZAM PELA MANHÃ E XINGAM À NOITE

 

Aliás, Damasceno e Zé Luiz registraram um B.O contra Levi, onde o acusam de ter sido chamados de "dois safados" em um grupo de whatsapp de servidores comissionados da Prefeitura. Na sessão passada, Damasceno ironizou o fato do prefeito Daniel Alonso e alguns assessores participarem de orações no gabinete, todas as sextas-feiras. "Pela manhã, rezam com as mãozinhas juntas para o céu. À noite, vem o Levi e xinga e o senhor prefeito come no mesmo prato, conivente com agressões em grupo de whatsapp com Brasão da Prefeitura e administrado pelo diretor de Imprensa, João Paulo. Não vou deixar de graça! Se preciso, vou representar o prefeito por prevaricação. Eu não esperava que ele fosse tão omisso".

 

MERDA NAS VITRINES

Os problemas dos moradores de rua pela cidade continuam gerando críticas na Câmara Municipal à secretária municipal da Assistência Social, Wânia Lombardi. Na sessão passada, o vereador João do Bar (PHS), que vem descendo a lenha na secretária pela infestação de mendigos pela cidade, contou o caso do proprietário de uma loja de colchões localizada próximo à rotatória da Emdurb, o qual "não atendeu" um morador de rua e no dia seguinte encontrou as vitrines de sua loja "cheias de merda". Diante de risos, o vereador explicou: "eu falo do meu jeito, pois foi isso o que aconteceu!".

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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