Consenso e pressão popular devem manter as 13 cadeiras na Câmara de Marília, para a próxima legislatura. Custódio poderá ser o novo líder do prefeito. Ele nega

November 14, 2018

     

 

 

Reuniões de bastidores entre a Câmara Municipal e o Executivo, sob pressão popular, definiram que serão mantidas as atuais 13 cadeiras para a próxima legislatura. Nas conversações, ficou definido também que o vereador Marcos Custódio (PSC) deverá, segundo uma fonte do Legislativo, ser o novo líder do prefeito Daniel Alonso (PSDB), na Câmara Municipal, após o vereador Marcos Rezende (PSD) ter abandonado a função, na semana passada. Custódio nega que assumirá a posição de líder do prefeito. 

O PROJETO

O projeto de emenda à Lei Orgânica do Município, para definir o número de cadeiras na Câmara Municipal, para a próxima legislatura (2020/2024), será votado na sessão da próxima segunda-feira (19). A proposta, de autoria do presidente da Casa, Wilson Damasceno (PSDB), quer manter 13 cadeiras. Mas há uma emenda da vereadora Daniela D'Ávila (PR), que aumenta esse número para 17 cadeiras.

O projeto estava na pauta e deveria ter sido votado na última sessão (dia 12), mas a vereadora pediu vistas e acrescentou a emenda. São necessários 9 votos para aprovar o projeto original (13 cadeiras). 

Caso seja aprovado, será votada a emenda, que pretende aumentar quatro vagas na próxima legislatura. Se o projeto não obtiver 9 votos a favor e for rejeitado, automaticamente serão fixadas 21 cadeiras para a próxima legislatura, conforme determina a Lei Orgânica do Município, com base em Lei Federal que fixa o número de cadeiras nos legislativos municipais conforme o número de habitantes de cada cidade. 

A exemplo da sessão camarária passada, as galerias da Câmara deverão estar lotas de populares e representantes de associações e entidades que fazem pressão sobre os vereadores para que sejam mantidas as atuais 13 cadeiras para a próxima legislatura.

 

 Vereador Marcos Custódio poderá o novo líder do prefeito Daniel Alonso na Câmara, segundo fonte do Legislativo. Ele nega tal posição  

 

 

PROJETO DE SALÁRIOS FOI ARQUIVADO

Diante da forte pressão popular, o presidente da Câmara de Marília, Wilson Damasceno (PSDB) decidiu na sessão passada, retirar da pauta e arquivar o projeto de lei (incluído por ele) que previa aumento de cerca de 40% dos salários de vereadores em Marília. 

O salário de vereador em Marília, caso o projeto fosse aprovado, passaria de cerca de R$ 6 mil para R$ 9,3 mil por mês. O presidente da Câmara passaria a receber R$ 10,4 mil mensais. "A população não entendeu e não aceitou esse projeto", justificou Damasceno. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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