Marília é a cidade da região, com o mesmo porte, que mais gasta com Saúde, aponta pesquisa do Conselho Federal de Medicina

January 22, 2019

     

Marília é a cidade da região (com o mesmo porte) que mais gasta com Saúde, sendo R$ 438,09 por habitante, segundo pesquisa do Conselho Federal de Medicina (CFM), relativa ao ano de 2017, divulgada nesta segunda-feira Isso em nível de Prefeitura.

Presidente Prudente (225.271 habitantes) gasta R$ 436,03 e Bauru (371.690 habitantes) gasta R$ 418,98 por pessoa na área da Saúde.  Entre as cidades menores, Cafelândia gasta R$ 692,03 e Guaimbê R$ 628,36 por pessoa na área da Saúde. Oriente gasta R$ 515,67 e Echaporã 697,35 por pessoa. 

A PESQUISA

Levantamento pelo Conselho Federal de Medicina revela que cerca de 2.800 municípios brasileiros gastaram menos de R$ 403,37 na saúde de cada habitante durante o ano de 2017.

A análise mostra que esse foi o valor médio aplicado por gestores municipais com recursos próprios em Ações e Serviços Públicos de Saúde declaradas no Sistema de Informações sobre os Orçamentos Públicos em Saúde (Siops).

De acordo com os números, municípios menores, em termos populacionais, arcam proporcionalmente com uma despesa per capita maior. Em 2017, nas cidades com menos de 5 mil habitantes, as prefeituras gastaram em média R$ 779,21 na saúde de cada cidadão – quase o dobro da média nacional identificada.

Os municípios das regiões Sul e Sudeste foram os que apresentaram maior participação no financiamento do gasto público em saúde – consequência, segundo o CFM, de sua maior capacidade de arrecadação.

Ranking nacional

Com apenas 839 habitantes, o município de Borá (SP) lidera o ranking de gastos per capita na saúde, com R$ 2.971,92 gastos em 2017. Em segundo lugar aparece Serra da Saudade (MG), cujas despesas em ações e serviços de saúde alcançaram R$ 2.764,19 por pessoa.

Na outra ponta, entre os que tiveram menor desempenho na aplicação de recursos, estão três cidades de médio e grande porte, todas situadas no estado do Pará: Cametá (R$ 67,54), Bragança (R$ 71,21) e Ananindeua (R$ 76,83).

Entre as capitais, Campo Grande assume a primeira posição, com gasto anual de R$ 686,56 por habitante. Em segundo e terceiro lugares estão São Paulo e Teresina, onde a gestão local desembolsou, respectivamente, R$ 656,91 e R$ 590,71 por habitante em 2017.

Já as capitais com menor desempenho são Macapá, com R$ 156,67; Rio Branco, com R$ 214,36; Salvador e Belém, ambas com valores próximos de R$ 245 por pessoa.

A lista completa de municípios que participaram do levantamento pode ser acessada aqui.

 

 

 

 

 

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