Oficina na USF Vila Hípica aborda nutrição para menores de dois anos

January 31, 2019

 

Pais e também profissionais têm dúvidas sobre o “pode ou não pode”, variedade e quantidade na hora de alimentar as crianças de até dois anos

A USF (Unidade Saúde da Família) Vila Hípica recebeu, na tarde desta quarta-feira (30), uma oficina sobre nutrição de crianças com até dois anos de vida. Especialistas acreditam que o tema ainda desperta muitas dúvidas entre os pais e profissionais de saúde.

A iniciativa é da Secretaria Municipal da Saúde, por meio do BLH (Banco de Leite Humano) e do Programa de Atenção à Saúde da Criança. Participaram profissionais da USF, Nasf (Núcleo de Apoio ao Programa Saúde da Criança), serviço de nutrição da Saúde, vinculado ao Serviço Social, e do próprio BLH.

Como facilitadora, a oficina contou com a coordenadora do Banco de Leite de Bauru, Nereida Panichi. Ela é nutricionista e tutora da Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil, do Ministério da Saúde e veio à cidade sob convite da enfermeira Sandra Domingues, do Banco de Leite de Marília.

Nereida usou como base o guia Dez passos para uma alimentação saudável, editado pelo Ministério. Ela reforçou a importância do aleitamento materno (no peito) exclusivo até os seis meses. A partir desse tempo de vida deve ocorrer a introdução de alimentos diversos, complementando o leite da mãe, até os dois anos.

A nutricionista alerta para a fase de introdução de alimentos. Por isso, ela abordou temas como quantidade, variedade, funcionalidade e balanceamento da dieta. “Por exemplo, a criança não precisa comer apenas aquilo que os pais gostam. Também não precisam comer sempre a mesma coisa, o que chamamos de monotonia alimentar. É preciso haver cuidado também para não ficar só no carboidrato ou só na proteína”, destacou.

DINÂMICAS

Com atividades interativas em grupos, demonstrações práticas em uma variada mesa de alimentos, a oficina buscou envolver os profissionais de saúde. Sandra Domingues, que também é tutora da Estratégia e lidera oficinas em outras localidades, defendeu a importância da capacitação.

“O profissional de saúde precisa desse conhecimento porque ele fará a orientação às famílias, principalmente nestes momentos importantes de transição na alimentação das crianças. É importante que possamos ter o domínio dessa informação para orientar corretamente”, disse.

Mais informações podem ser obtidas nas unidades de saúde do município ou no Banco de Leite Humano. O serviço tem atendimento ao público das 7h30 às 13h30 e está instalado à rua 15 de Novembro, 50. O telefone é o 3413-8696.

 

 

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