DIG prende no centro de Marília elemento que matou e enterrou mulher dentro do barraco, no litoral paulista

February 23, 2019

 

     Policiais da DIG de Marília após a prisão do periculoso elemento, no centro de Marília

 

Leandro Pereira da Silva, de 34 anos, vulgo "Magreza", foi preso em flagrante por policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), nesta sexta-feira (22), quando estava em um estacionamento de veículos na área central de Marília. 

Esse periculoso elemento estava com prisão preventiva decretada pela Justiça em São Vicente (SP) por ter matado e enterrado dentro do barraco dele a companheira Andressa Elizabete Jesus da Cruz, de 28 anos. O crime ocorreu no final do ano passado. A moça havia ido à casa do elemento cobrar um celular que ele tinha furtado dela.

O CRIME

Suspeito de matar uma mulher e enterrar o corpo, em São Vicente, Leandro Pereira da Silva, o 'Magreza' ou 'Paraná', de 34 anos, teve a prisão preventiva decretada e está foragido.

A ordem de captura foi expedida pelo juiz Alexandre Torres de Aguiar, da 1ª Vara Criminal de São Vicente, a pedido do delegado Luiz Fernando Salvador, do 2º Distrito Policial do município, no bairro Cidade Náutica.

A equipe de Salvador e do investigador Jorge Villar apurava o desaparecimento de Andressa Elizabete Jesus da Cruz, de 28 anos, e descobriu o cadáver enterrado na casa de Magreza.

A mulher foi vista pela última vez no dia 10 de novembro de 2018. Na ocasião, ela saiu de casa, na Avenida Brasil, na comunidade México 70, na Vila Margarida, onde morava com o seu companheiro.

Sem revelar o destino, a vítima não retornou, e a sua família registrou boletim de ocorrência de desaparecimento dois dias depois. Andressa e o companheiro tinham relacionamento harmônico. Por isso, não se desconfiou desse homem.

“Conversamos com várias pessoas e soubemos que Andressa, em julho do ano passado, teve um celular supostamente furtado por Magreza. O companheiro dela chegou a se dirigir à moradia do suspeito para cobrar a devolução do aparelho, mas não o achou”, disse Villar.

Com o aprofundamento das investigações, os policiais civis identificaram uma testemunha. Com a garantia de ter o nome mantido em sigilo, ela revelou que, na data do sumiço, Andressa teria saído de casa para cobrar de Magreza o celular furtado.

A testemunha protegida também cogitou a hipótese de a vítima ter sido morta e enterrada no barraco do suspeito. A moradia fica na Rua Monsenhor João Batista de Carvalho, e apresentava aspecto de abandono quando ali chegaram os policiais.

“Magreza está em lugar ignorado. Ele deixou na casa documentos e roupas. A impressão é a de que fugiu do local rapidamente. Ao vermos uma parte do chão com terra remexida, iniciamos a escavação e encontramos o corpo”, detalhou o investigador Villar.

O cadáver estava em adiantado estado de decomposição. Porém, no Instituto Médico Legal (IML) de Santos, ele foi reconhecido como sendo de Andressa por uma irmã, porque a vítima tem o nome da mãe delas (Sueli) tatuado no pescoço.

O encontro do corpo ocorreu no dia 18 de dezembro, mas a Polícia Civil só agora divulgou o esclarecimento do caso, porque aguardava a decretação da preventiva de Leandro, bem como esgotar as tentativas de localizá-lo.

Acredita-se que o suspeito de homicídio e ocultação de cadáver tenha fugido para o Paraná, seu estado de origem. Informações sobre o seu paradeiro devem ser dadas à Polícia Civil (197), à Polícia Militar (190) ou ao Disque-denúncia (181). Não é preciso se identificar.

 

                        Mulher foi morta e enterrada no barraco, em São Vicente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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