Posto Fragata encerra atividades. Dono lembra boatos e desabafa: "fui velado por muitos"

April 6, 2019

Após ficar fechado por alguns meses no ano passado e gerar especulações e boatos sobre "ação da Polícia Federal e lavagem de dinheiro" os Postos Fragata (na Avenida Tiradentes e na Avenida João Ramalho) voltaram a funcionar e foram até ampliados, com requintadas área gastronômicas, cartas de vinhos e cardápios de conveniências com produtos e bebidas importadas, além da realização de ações sociais.

Mas, agora, fecharam as portas de vez. Alessandro Cardim, dono dos estabelecimentos e morador de Marília, publicou uma carta aberta ("Posto Fragata Agradece e Esclarece) onde diz que investiu R$ 9 milhões "contabilizados e abertos à investigação". Ele possui distribuidoras de remédios em nível nacional.

"Não era uma lavagem de dinheiro como disseram , falando que fui preso, que a Polícia Federal fechou posto, que o MP havia lacrado o posto. Não sofremos nenhuma denúncia. Sem nenhum indiciamento, sem nenhuma, nenhuma autuação ou denúncia deste locais. Nada", cita o empresário. "Em relação aos meus débitos (vários segmentos) jamais vou deixar de reconhecê-los ou negar os direitos absolutos de cada um receber".

"Sei que minha história ficará marcara para sempre neste segmento, neste local e nesta cidade. Certeza também ninguém apagou a minha luz e a minha Estrela ainda Brilha, ninguém tirou o meu brilho e a minha alegria. Ninguém enterrou a minha história, minha história e case de sucesso para sempre...embora ali fui velado por muitos, inclusive famílias inescrupulosas quando ainda vivo e dono, sem autorização alguma foram fazer planos em cima do meu caixão fazendo deboches e o que estariam edificando em cima do meu cadáver ", cita a carta.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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