Surto de doença contagiosa atinge crianças a cria alerta em cidades da região

A Secretaria de Educação de Assis (SP) está em alerta depois que foram confirmados dez casos da síndrome “mão-pé-boca” em uma escola de ensino infantil da cidade.A doença é contagiosa, e por isso, as crianças com idades a partir de um ano que foram infectadas precisaram ser afastadas das aulas da Emei Maria Adilecta Mello Ribeiro, seguindo uma orientação médica.Segundo a prefeitura, não há registros da síndrome em outras unidades da cidade e todas as orientações de prevenção já foram passadas nas escolas para os pais.A síndrome “mão-pé-boca” é considerada muito comum no período de aulas e pode se espalhar ainda com mais facilidade devido ao tempo seco. Os principais sintomas são feridas na boca, além de erupções nas mãos e nos pés.Na região, um surto semelhante da doença aconteceu recentemente em Ourinhos, o que obrigou uma creche da cidade a mudar a rotina com relação aos cuidados com a prevenção.

EM OURINHOS

Uma creche de Ourinhos precisou adotar uma série de medidas especiais depois que um surto de síndrome da “mão-pé-boca” atingiu a instituição e levou preocupação aos pais das crianças.

Desde que a primeira delas foi diagnosticada com a doença, o vírus só precisou de dez dias para atingir outras 19 crianças. Desde então, a rotina mudou e o álcool gel passou a ser um dos produtos mais utilizados no local.

As crianças já até se acostumaram com o uso do produto várias vezes ao dia para eliminar os riscos de contágio. Lavar as mãos também se tornou uma regra que está ainda mais rigorosa.

Além disso, para evitar um novo surto, a direção da creche distribuiu um folheto aos pais com as principais informações sobre a doença, como quais são os sintomas e qual o melhor tratamento.

A doença é uma infecção causada por um vírus que produz lesões como bolinhas de água com uma base vermelha nas mãos, nos pés e lesões esbranquiçadas dentro da boca – daí o nome dado à doença.

Outra preocupação dos pais é que a síndrome tem um diagnóstico difícil que, muitas vezes, se confunde com o de outros problemas de saúde como dengue, catapora ou um até um resfriado.

“No início, alguns sintomas são comuns a outras doenças, como febre, falta de apetite, mal-estar, e só depois aparecem as lesões que são características”, explica a pediatra Daniela Oliveira e Souza.
O vírus pode atingir pessoas de qualquer idade, mas é mais comum em crianças, abaixo de cinco anos, principalmente entre seis meses a três anos de idade. Quando uma criança é infectada, ela pode contagiar outras com muita facilidade.

Segundo a pediatra, o tratamento é mais de suporte, porque não há uma medicação específica. Por isso, a prescrição geralmente é de medicação para febre, para vômito ou diarreia. A síndrome tem caráter benigno na maioria das vezes e sara em até sete dias.

 

 

 

 

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