Theobaldo e Camarinha tiveram mandatos de seis anos na Prefeitura. PEC quer "esticar" mandatos dos atuais prefeitos e vereadores

May 21, 2019

      Camarinha tomando posse como prefeito em 1983 em sucessão a Theobaldo Lyrio (à direita)

 

No momento em que tramita no Congresso Nacional uma proposta de prorrogação de mandatos dos atuais prefeitos, vice-prefeitos e vereadores (para até 2022 - eles sairiam em 2020), Marília teve entre seus 32 prefeitos, dois que cumpriram seis anos de mandato por voto direto: Theobaldo de Oliveira Lyrio (Arena - 1º de fevereiro de 1977 a 31 de janeiro de 1983) e Abelardo Camarinha (PMDB - fevereiro de 1983 a 31 de dezembro de 1988). Os mandatos deles foram de seis anos sem direito à reeleição.

Theobaldo não conseguiu reeleger o seu sucessor, Pedro Pavão. Camarinha fez um bom governo e conseguiu elegeu o corrupto Domingos Alcalde como seu sucessor. Uma grande mancada de Camarinha em seu primeiro mandato como prefeito foi a traição ao então candidato do PMDB a governador, Orestes Quércia (estranhamente apoiou o petebista Antonio Ermírio de Moraes) fato que travou o desenvolvimento de Marília por longos anos. 

A PEC QUE PROPÕE PRORROGAÇÃO DE MANDATOS

                              Daniel Alonso e Tato podem ter mandato esticado até 2022

 

O sonho de chegar à Câmara de Vereadores ou a cadeira de prefeito em todas as cidades brasileiras poderá ser adiado para muitos pretensos candidatos se for aprovada uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) cujo objetivo é prorrogar até 2022 os mandatos dos atuais prefeitos e vereadores de todo o país, que estão previstos para serem concluídos no ano que vem.

De autoria do deputado federal Rogério Peninha (MDB-PR), a PEC foi protocolada na Câmara dos Deputados no dia 12 de abril de 2019, durante a Marcha dos Prefeitos em Brasília. A proposta vem ganhando força no Congresso Nacional, já que, no entendimento da maioria dos deputados e senadores, a alteração unificaria todos os pleitos eleitorais em um só ano, reduzindo gastos e interrupções em trâmites legislativos e executivos.

No texto original apresentado por Peninha, na Câmara, a PEC acrescenta um artigo ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), que trata das posses de mandatos eleitos. Nesse ponto, seria colocado o fim dos mandatos atuais de prefeito e vereador no dia 1º de janeiro de 2023. A proposta já foi aprovada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados. 

 

 

 

 

 

 

 

 

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