Agente penitenciário suspeito de matar a companheira e se suicidar em Ribeirão Preto será sepultado em Garça

                              Casal foi encontrado sem vida dentro da residência  (Redes Sociais)

 

Será sepultado na manhã desta segunda-feira (27), em Garça, o agente penitenciário Élton Soares da Silva, 35 anos. A Polícia Civil de Ribeirão Preto apura caso de homicídio seguido de suicídio, envolvendo ele.

Os corpos de Elton e da companheira dele, Onice Rosa da Silva, 56 anos, foram localizados na noite deste sábado (25), na avenida Cásper Líbero, no Parque Ribeirão Preto , zona Sudoeste da cidade.

Policiais militares constataram no interior da residência que o casal estava morto, com aparentes perfurações provocadas por projéteis disparados contra as vítimas.

A evidência, preliminar, indicava que o marido teria matado a esposa e cometido suicídio na sequência.

Uma faca foi apreendida ao lado do corpo da mulher

A perícia considerou a hipótese que as mortes tenham ocorrido na sexta-feira (24).

A Polícia Civil também investiga a possível relação dos fatos entre o registro de um boletim de ocorrência no dia 6 deste mês, quando a mulher foi presa ao tentar invadir a Penitenciária Feminina da Vila Branca, na mesma região, com o veículo do companheiro, depois de saber sobre suposta traição do marido, agente penitenciário trabalhando no presídio, envolvendo outra funcionária.

 

OUTRO CASO EM GARÇA: AGENTE PEGOU 33 ANOS DE CADEIA

Em novembro de 2017, o agente penitenciário Luiz Carlos Marçal, de 41 anos, matou  a namorada Érica Caldeira Reis e o filho dela, Cauê Caldeira Jacomo, que tinha 17 anos, em Garça. Em julgamento no ano passado ele condenado a 33 anos de prisão.

O agente penitenciário foi preso no dia 18 de novembro após ser visto saindo da casa da namorada no bairro Labienópolis, em Garça. Segundo a polícia, Luiz Carlos teria deixado Érica em casa na noite de 17 de novembro de 2017 após um desentendimento.

O agente teria voltado depois nervoso e gritando na rua. Quando Cauê apareceu na janela, foi atingido por dois tiros. Na sequência, Luiz Carlos entrou na casa e atirou na namorada.

Cauê morreu no local, mas os socorristas ainda levaram Érica para o hospital na tentativa de ser reanimada, mas a mulher não resistiu aos ferimentos.

Logo depois, a polícia iniciou as buscas pelo agente e encontrou o carro dele na casa de seus pais, em Garça. Eles alegaram que o filho estava bastante nervoso e saiu a pé.

Luiz Carlos foi preso na rodoviária de Marília quando tentava fugir e no momento da prisão ele estava com arma usada no crime.

 

 

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