Proprietário de uma adega localizada no Bairro Santa Antonieta, zona norte de Marília, foi condenado por furto de energia elétrica.
A Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) acionou a Polícia Civil em novembro do ano passado, após detectar o "gato" no imóvel do acusado.
Ele foi preso em flagrante na época, pagou fiança de R$ 1.400,00 e foi solto. Em seguida, foi denunciado pelo Ministério Público Estadual, mas ficou revel no processo.
Agora, o juiz Fabiano da Silva Moreno, da 3ª Vara Criminal do Fórum de Marília, o condenou a dois anos de reclusão, em regime inicial aberto.
A pena foi substituída por duas penas restritivas de direitos, sendo prestação de serviços à comunidade pelo mesmo prazo e pagamento de um salário mínimo, além de multa de cerca de R$ 500.
Além disso, o comerciante terá que fazer a reparação dos danos causados à CPFL e pagar R$ 2.000,82, conforme determinado pelo juiz. Cabe recurso à decisão.
O CASO
Conforme os autos, o furto ocorreu entre os meses de junho e novembro de 2024. O morador realizou a ligação indevida de um fio, que vinha da energia da rua, para seu imóvel, sem passar por relógio medidor.
Ao ser indagado pelos policiais que atenderam a ocorrência, o acusado admitiu que ele mesmo tinha feito o “gato”, pois “estava na pior”.
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