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  • J. POVO- MARÍLIA

Relatório da CPI da Covid da Câmara de Marília, que não virou nada, junta poeira em gavetas oficiais


Ivan Negão, Élio Ajeka e Vânia Ramos, integraram a CPI da Covid

Os Ministérios Públicos Estadual e Federal ainda não receberam formalmente cópia do relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da COVID, instaurada na Câmara de Marília em abril do ano passado (para investigar gastos com a pandemia) e concluída no final de abril deste ano.

Após um ano de apurações que seguiram a passos de tartaruga, os vereadores Ivan Negão (PSB), Élio Ajeka (Progressistas) e Vânia Ramos (Republicanos) constataram diversas irregularidades, especialmente sobre "gastos exagerados" de verbas da Covid.

Vereador Ivan Negão, relator da CPI da Covid

DO NADA AO LUGAR NENHUM

Mas, como cita o próprio relatório, "as conclusões da tal CPI não podem incriminar ninguém, não punem, nem podem indiciar ninguém e não têm natureza de sentença, bem como não podem indicar nem sugerir crimes político-administrativos".

Ou seja, virou um amontoado de mais de 3 mil páginas que estão juntando poeira por gavetas oficiais.

DEPOIMENTOS VAZIOS

Os integrantes da CPI da Covid descobriram que foram feitos de fantoches por alguns depoentes. Vários depoimentos irônicos que foram do nada ao lugar nenhum. A conclusão mostra que "a senhora Tereza, presidente do COMUS, o presidente do Fundo Municipal de Saúde, Rodrigo Pegoraro, Virgínia Baloni, diretorta da Maternidade Gota de Leite e Vicente Armentano Júnior, diretor do Hospital Espírita de Marília, tiveram conduta incompatível a ética, incorrendo em irregularidade, como omitir, intencionalmente informação relevante".


CPI completou um ano em abril passado



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